quinta-feira, abril 21, 2005

Pornocultura

CADF

O crescimento da Aids, o aumento da criminalidade e a escalada das drogas castigam a juventude européia. Para muitos jovens os anos da adolescência serão os mais perigosos da vida. Gravidez precoce, aborto, doenças sexualmente transmissíveis, Aids e drogas compõem a trágica equação que ameaça destruir o sonho juvenil. A dura realidade, também presente aí, no Brasil, deveria merecer uma reflexão mais desengajada e madura, sobretudo no momento em que o governo Lula pretende distribuir milhões de preservativos num pretenso esforço em defesa da saúde pública.

Segundo o porta-voz do Institute for Research and Evaluation, "é um erro acreditar que com mais preservativos se evitem os comportamentos perigosos".

Pesquisas revelam que adolescentes bem informados continuam tendo condutas sexuais de alto risco. A informação, despida de orientação moral, acaba sendo contraproducente. Na verdade, as campanhas de educação sexual, na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil, não têm sido capazes de neutralizar a influência do gigantesco negócio do sexo, que, impunemente, acaba determinando a agenda do mundo do entretenimento.

No caso do Brasil, a culpa não é só da televisão, que, freqüentemente, apresenta bons programas. É de todos nós - governantes, formadores de opinião e pais de família -, que, num exercício de anticidadania, aceitamos que o País seja definido como o paraíso do sexo fácil, barato, descartável.

É triste, para não dizer trágico, ver o Brasil ser citado como um paraíso excitante para os turistas que querem satisfazer suas taras sexuais com crianças e adolescentes. Reportagens denunciando redes de prostituição infantil, algumas promovidas com o conhecimento ou até mesmo com a participação ativa de autoridades públicas, crescem à sombra da impunidade.

O governo atual, à semelhança do anterior, assustado com o aumento da gravidez precoce e com o crescente descaso dos usuários da camisinha, investe pesado na distribuição do preservativo. A estratégia é inútil.

Afinal, milhões de reais já foram gastos num inglório combate aos efeitos. O resultado está gritando no assustador avanço da gravidez precoce. A raiz do problema, independentemente das iras que eu possa despertar em certos ambientes politicamente corretos, está na onda de hipersexualização que tomou conta do ambiente nacional. É ridículo levar um gordo a um banquete e depois, insensatamente, querer que evite a gula. Hoje, diariamente, na televisão, nos outdoors, nas mensagens publicitárias, só se fala daquilo. O sexo foi guindado à condição de produto de primeira necessidade.

As campanhas de prevenção da Aids e da gravidez precoce chocam de frente com inúmeros programas de auditório que fazem do sexo bizarro uma alavanca de audiência. A programação infantil, outrora orientada por padrões éticos e educativos, passou a receber forte carga de violência e sexo. Desenhos animados, marca registrada de um passado não distante, foram substituídos pelo apelo erótico que domina, por exemplo, a programação do fim de semana.

Iniciação sexual precoce, abuso sexual e prostituição infantil são, de fato, o resultado da cultura da promiscuidade que está aí.

Sem moralismo, creio que chegou a hora de uma guinada. Depois nos queixamos da nossa imagem no exterior. Aqui, na Itália, pouco se fala do Brasil. E, quando se fala, infelizmente, o noticiário se reduz às ações do crime organizado e à miséria da nossa periferia. Limitam-se nossa cultura e nossa arte ao rebolado. É uma tristeza. O Brasil, não obstante suas terríveis chagas sociais, é uma nação emergente. É, sem dúvida, bom de samba. Mas é muito mais que o país do gingado, das mulatas e do carnaval.

O Estado de S. Paulo, de 13 de outubro de 2003

ASSÉDIO SEXUAL INFANTIL E O MOVIMENTO HOMOSSEXUAL

Steve Baldwin*

Ultimamente, o movimento gay parece estar lucrando muito com sua guerra contra a cultura judaico-cristã norte-americana. Personalidades gays têm se tornado a norma nas séries de comédia; está na moda atacar os escoteiros; propaganda homossexual inunda muitas de nossas escolas públicas; quase toda alta cúpula das denominações religiosas tem “revisto” seus entendimentos do ensinamento bíblico concernente à homossexualidade; e a agenda legislativa dos “direitos” dos gays é seguida pelas imaginações mais bárbaras dos advogados.

E mesmo assim o impacto destrutivo que a homossexualidade tem sob a Civilização Ocidental é raramente discutido por colunistas, repórteres, religiosos, líderes, políticos ou por qualquer outro. Mesmo algumas publicações conservadoras escolhem ignorar o comportamento e em vez disso têm publicado artigos argumentando pela maior tolerância ao estilo de vida gay.

De fato, na publicação homossexual, conservadores estão divididos entre uma atitude do tipo “viva e deixe viver” e outra que conclui que a agenda homossexual terá que ser cortada se a cultura judaico-cristã deve sobreviver. Porém, evidências impressionantes dão sustentação à crença de que a homossexualidade é uma depravação sexual freqüentemente acompanhada por desordens que trazem horríveis conseqüências para nossa cultura. Uma vasta quantidade de dados demonstrando a depravação de caráter do estilo de vida gay é ignorado pela mídia, assim como pelas lideranças profissionais da área de psicologia, psiquiatria e medicina.

É difícil trazer à tona o lado escuro da cultura homossexual sem parecer duro. Porém, é tempo de admitir que o comportamento homossexual põe em risco os fundamentos da Civilização Ocidental ─ o núcleo familiar. Uma clara manifestação do ataque na unidade familiar são os esforços da comunidade homossexual em alvejar as crianças tanto para seu próprio prazer sexual quanto para aumentar o movimento homossexual. A comunidade homossexual e seus aliados na mídia zombam desse argumento. Eles insistem que isso é meramente uma tática de demonizar o movimento homossexual. Depois de tudo, ainda argumentam que o assédio sexual heterossexual é de longe o problema mais sério.

Infelizmente, a verdade é mais desconhecida do que a ficção. Pesquisas confirmam que o assédio sexual infantil por homossexuais é muito maior do que por heterossexuais, e a alta cúpula da cultura homossexual comumente promove o sexo com crianças.[1] Líderes homossexuais repetidamente argumentam pela liberdade ao engajamento do sexo consensual com crianças, e análises ocultas revelam um chocante número elevado de homossexuais que admitem contato sexual com menores.[2] Realmente, a comunidade homossexual está dirigindo uma campanha universal para reduzir a idade legal de consentimento.

Essa tendência chega como custo da segurança de nossas crianças. O incidente em Los Angeles envolvendo grupos de assistência doméstica operados pela Gay and Lesbian Adolescent Social Services (GLASS) exemplifica esse perigo. O GLASS recebe dinheiro dos contribuintes para captar a inquieta juventude dirigida a eles pelos departamentos de serviço social de várias cidades do sul da Califórnia.[3]

O próprio website da GLASS deve ser o bastante para informar-se previamente. GLASS acredita que algumas crianças nascem gays (uma visão sustentada por nenhuma ciência) e anunciam que eles têm como alvo “jovens confusos com suas identidades sexuais."[4] O website liga-se a uma miríade de sites gays tendo como alvo a juventude, incluindo um livro de promoção do sexo com crianças.[5] A fundadora do GLASS e diretora executiva, Teresa DeCrescenzo, editou um livro que ajuda a juventude a descobrir sua homossexualidade.[6]

Não é surpresa que o Departamento de Serviços Sociais da Califórnia encontrou "em inúmeras ocasiões, a começar pelo menos no início de 1994, adultos afiliados com a GLASS, incluindo assessores, membros da comissão de diretores da GLASS e voluntários, molestadores de crianças que estavam lotados na GLASS."[7] O Departamento de Serviços Sociais achou que DeCrescenzo, ciente das alegações de assédio, dissuadiu que a conduta de sua equipe não foi inadequada.[8] Aparentemente, DeCrescenzo crê que o assédio é parte do processo de “constatação” que ela glorifica em seus escritos.

Alguém pensaria que uma fábrica de assédio disfarçada como um grupo de assistência doméstica seria uma boa razão para o Estado da Califórnia fechar por completo as atividades do grupo de assistência doméstica da GLASS. De modo prestigioso, o Estado da Califórnia, permitiu que a GLASS continuasse as atividades, removeu uns poucos indivíduos e colocou a GLASS em provação.[9] Mesmo que incidentes adicionais de assédio ocorressem nas experiências da GLASS em 1999, eles se mantêm em funcionamento até hoje.

Uma investigação do Los Angeles Times achou que, em casos assim, "parece que as autoridades nunca investigaram completamente esses relatos."[10] De fato, nenhuma pessoa tinha sido acusada por assédio sexual infantil ou pôs-se em perigo alguém por parte do Procurador Público General Bill Lockyer, um ávido promotor da agenda gay.[11] Depois de tudo, isso seria detestável. Se um tal grupo de assistência doméstica fosse operado por heterossexuais, as experiências seriam fechadas, qualquer licença existente revogada, e numerosas acusações criminais preenchidas.

Homossexuais estão mirando não apenas nos grupos de assistência juvenil doméstica, mas em todo tipo de trabalho com a juventude. Quando uma família da Califórnia processou os Escoteiros em 1993 por expor seus filhos a um líder escoteiro que o molestou, os Escoteiros foram requisitados a modificar mais de 25,000 páginas de documentos em favor do queixoso. Esse reflexo sem precedentes no interior do mundo dos pedófilos escoteiros revelou que milhares de garotos tinham sido molestados por líderes escoteiros e outros voluntários entre 1971 e 1991, resultando em expulsão de mais de 1,800 voluntários escoteiros por atividade pedófila.[12] Os documentos mostram que alguns líderes escoteiros molestaram mais de quarenta garotos antes de serem capturados e que muitos, uma vez capturados, simplesmente mudaram-se para uma diferente tropa de escoteiro e continuaram abusando de garotos.

Ativistas gays protelaram dizendo que o epidêmico assédio escoteiro foi um problema heterossexual. O exame dos muitos casos deste perfil revela, porém, que os escoteiros molestadores são atraídos exclusivamente por garotos e muitos da alta cúpula de organizações defensoras do estilo de vida gay. John Hemstreet é um exemplo típico. Hemstreet é um convicto molestador de crianças, ex-líder escoteiro, e atualmente o Presidente da Toledo, Ohio chapter of Parents and Friends of Lesbians and Gays (PFLAG). PFLAG é um dos grupos que lideram o ataque nacional aos escoteiros da America.[13]

Incrivelmente, o grupo pró-pedofilia, North American Man Boy Love Association (NAMBLA), que se intitula um grupo homossexual, escreveu uma carta ao Escritório do Escotismo Nacional encorajando “os escoteiros da América a cessar sua discriminação contra os declarados gays e lésbicas na nomeação de seus mestres escoteiros e seu alto escalão. Isso permitirá que os escoteiros sejam expostos a uma variedade de estilos de vida e que muitos destes indivíduos que genuinamente desejam se servir desses garotos façam isso."[14]

Valendo-se de uma lógica deformada, acadêmicos pró-gays, argumentam em vários jornais de ciências sociais que o assédio de garotos não é próprio de um estilo de vida gay e que tais homens não são realmente homossexuais. É simplesmente assombroso que propagandistas gays e “sexólogos” estão enganando de forma sistemática o público e a mídia nessa crença de que um foco exclusivo do homem em jovens machos não deve ser definido como homossexualidade! Mas se uma exclusiva atração de um macho por outros machos de qualquer idade não é homossexualidade, é o quê?

Por um lado, homossexuais em geral afirmam que o assédio sexual de crianças não é parte do estilo de vida homossexual. Por outro, eles estão calmamente fundando os parâmetros legais para eximir o assédio sexual de garotos de processos por razões anti-discriminatórias. Por exemplo, em Nevada um homem de quarenta e dois anos foi preso por molestar um garoto de dezesseis anos, mas não foi acusado pelo procurador do distrito. A razão dada foi que para fazer isso iria “discriminar uma classe de pessoas”.[15] O sub-procurador do distrito adicionou que se acusasse o homem “estaria segregando os homossexuais”. [16] Por anos, conservadores argumentaram que as tão faladas leis anti-discriminação no fim das contas conduziria a permissividade legal de vários depravados homossexuais. Parece que esse tempo é mais breve do que se esperava.

Pesquisas sobre estilo de vida homossexual confirmam que o homossexualismo é quase que exclusivamente uma cultura de orientação juvenil.[17] Muito poucos gays demonstram preferência por homens mais velhos. Alguns admitem um enfoque em adolescentes, alguns em garotos pré-pubescentes, e vários alternam-se entre as categorias. Todos são sub-sistemas da depravação homossexual. Demais a mais, muitos pedófilos consideram-se como gays. Em 1988, um estudo publicado nos Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos descreveram-se como homossexuais ou bissexuais.[18] A expert em prostituição infantil, Jennifer James relata que o número de garotos prostituídos que identificam-se como homossexuais saltou de 10% para 60% nos últimos quinze anos.[19]

A maioria do público é na mesma hora ciente do NAMBLA, um grupo que promove abertamente sexo com garotos menores e declaram que amantes de garotos respondem às necessidades dos garotos querendo amor. NAMBLA é atualmente o alvo de uma ação de classe movida por pais das crianças molestadas e, em um caso, assassinada por indivíduos associados com o NAMBLA.[20] Em geral, a alta cúpula das organizações gays distancia-se do NAMBLA. Claramente, isso é meramente uma tática de relação pública das lideranças gays para realizar sua agenda, pois sofreriam enormes medidas se o público soubesse a verdade.

A realidade é que o NAMBLA não só se descreve como parte da coalização dos direitos dos gays, como sua literatura expressa que um dos objetivos é “cooperar com o lesbianismo, gays e outros movimentos de liberação sexual."[21] NAMBLA mesmo “provê assistência financeira e outras assistências para organizações juvenis GLB [Gay, lesbian, bi-sexual]. . . ."[22] Realmente, alguns afiliados ao NAMBLA encontram-se em círculos da alta cúpula gay tais como o Philadelphia’s Gay and Lesbian Community Center. Os encontros e conferências do NAMBLA sempre apresentam líderes e oradores gays. Por exemplo, Don Kilhefner, da Los Angeles Gay Community Service Center, discursou para os membros do NAMBLA de Los Angeles no tema "O Significado do Amor Homem/Garoto na Comunidade Gay."

O mais compreensivo trabalho em um website gay, o Queer Resource Directory (www.qrd.org), vincula-se a todos grupos gays no país incluindo o NAMBLA e outros grupos de homossexuais que enfocam a juventude. NAMBLA marcha em paradas gays com o consenso das lideranças gays. Muitos dos líderes de movimentos homossexuais mais importantes dão aval ao NAMBLA e seus objetivos. Autores e líderes gays tais como Allen Ginsberg, Gayle Rubin, Larry Kramer (fundador do ACT-UP), Pat Califia, Jane Rule, Michael Kearns, e Michel Foucault têm todos os escritos em favor de um dos dois: NAMBLA ou relacionamentos homem-garoto.[23] Harry Hay, que muitos consideram o fundador do movimento homossexual da América, convidou os membros do NAMBLA a marchar com ele na "Marcha de Washington", parada de direitos dos gays de 1993. Ele também marchou na parada gay de Los Angeles de 1985 vestindo uma blusa enfeitada com as palavras "NAMBLA caminha comigo."[24]

Diretores de jornais e revistas da alta cúpula homossexual tais como o Advocate, Edge, Metroline, The Guide, e The San Francisco Sentinel não têm só publicado artigos e colunas pro-NAMBLA mas também editado muitos em favor do NAMBLA e sexo com crianças. O editor do The Guide, Ed Hougen, declarou em uma entrevista com Lambda Report, "Eu acredito que eles [NAMBLA] estão habitualmente interessados no direito das pessoas jovens de serem sexuais. . . . Eu estou feliz que há um grupo como o NAMBLA que está desejando ser corajoso." The San Francisco Sentinel foi mais incisivo: "A posição NAMBLA em relação ao sexo não é irracional, apenas impopular. Quando um garoto de 14 anos se aproxima de um homem para o sexo, é porque ele quer sexo com um homem."[25]

Há também o significativo status do NAMBLA de membro social da International Lesbian and Gay Association (ILGA), reconhecida às vezes pelas Nações Unidas como a ONG oficial representando a comunidade gay mundial. Quando a sociedade do ILGA e NAMBLA tornou-se pública, um redemoinho de vento de controvérsia internacional irrompeu. Alguns líderes gays observaram essa consideração como prejudicial à imagem e objetivos do movimento gay e urgiram a expulsão do NAMBLA puramente por propósitos políticos.

Porém, a mídia falhou em informar que o ILGA mesmo tinha sediado seminários de pedofilia, emitindo resoluções em 1985, 1988, e 1990 a fim de abolir as leis de consenso etário já que “as leis de consenso da mesma idade sexual funcionam para oprimir e não para proteger” e apoiou “o direito de todo indivíduo, sem consideração de idade, explorar e desenvolver a sua sexualidade. "[26]

Finalmente, reagindo à legislação do congresso americano tratando da redução de $119 milhões em apoio financeiro, as Nações Unidas expulsaram o ILGA em 1995 por se recusarem a se desligar de meia dúzia de grupos de membros que defendiam e promoviam a pedofilia. De forma reveladora, embora o ILGA tenha expulsado o NAMBLA (muitos dizem que foi para mostrar serviço), não podia reunir apoio suficiente entre sua sociedade para expulsar outras muito poderosas e discretas organizações pró-pedófilas da Alemanha e em outros países. É extremamente revelador que a maioria dos membros da principal coalizão homossexual do mundo, o ILGA, decidiram que eles preferiam ser excluídos das deliberações da ONU a votar pela exclusão de grupos que defendiam sexo com crianças.[27]

Independente do apoio ao NAMBLA da alta cúpula da comunidade gay, há uma rica evidência de que homossexuais são a principal força por trás da escalada dos epidêmicos assédios sexuais a crianças. Com efeito, pelos últimos quinze anos a comunidade homossexual e seus aliados acadêmicos têm publicado uma grande quantidade de artigos afirmando que sexo com crianças não é prejudicial às crianças, mas, como declararam em um jornal homossexual, "constituem um aspecto da vida gay e lésbica."[28] Tais artigos têm aparecido em jornais acadêmicos pró-homosexuais tais como The Journal of Homosexuality, The Journal of Sex Research, Archives of Sexual Behavior, e The International Journal of Medicine and Law. O quadro editorial do principal jornal acadêmico pedófilo, Paidika, é dominado por importantes acadêmicos homossexuais tais como o professor John DeCecco da San Francisco State University, que desfruta de prestígio para editar o Journal of Homosexuality.

Realmente, o Journal of Homosexuality é o mais importante jornal acadêmico da alta cúpula do mundo homossexual e ainda publicou duas edições especiais intituladas Male Intergenerational Intimacy, contendo dúzias de artigos retratando sexo entre homens e garotos menores como amantes de relacionamentos. Um artigo expressa que os pais deveriam conceber que o pedófilo ama seu filho "não como um rival ou competidor, não como um ladrão de sua propriedade, mas como um parceiro na criação do garoto, alguém para ser bem vindo no interior de suas casas."[29]

Similarmente, publicações da alta cúpula gay não fazem a menor cerimônia de esconder suas concepções pró-pedofilia. Por exemplo, BLK, a principal publicação homossexual negra, defendeu a pedofilia com um artigo intitulado, "Devem os Homens Que Amam Garotos Serem Culpados de Comportamento Sexual Impróprio?"[30] O principal jornal homossexual de San Francisco, The Sentinel, incisivamente expressou as idéias do autor, "O amor entre homens e garotos é o fundamento da homossexualidade."[31]

Em 1995, a revista homossexual magazine Guide declarou:

Nós podemos nos orgulhar de que o movimento gay tem se familiarizado a poucas vozes que tem tido a coragem de dizer em alto e bom som que crianças são naturalmente sexuais, que elas merecem o direito de expressão sexual com quem elas escolherem. . . . Nós devemos ouvir nossos profetas. Em vez de temermos ser rotulados de pedófilos, nós devemos orgulhosamente proclamar que sexo é bom, incluindo a sexualidade de crianças. . . . Nós devemos fazer isso por causa das crianças .[32]

Sem dúvida, o Guia está dizendo que gays devem molestar crianças por sua própria causa!

Enquanto a alta cúpula na mídia tem aparentemente recusado se engajar em qualquer tipo de exposição investigativa exposta do movimento gay, não é difícil de achar apoio para sexo infantil entre líderes-chave homossexuais em suas publicações e literatura. Por exemplo, o fundador do infame grupo homossexual, ACT-UP, Larry Kramer, escreveu no seu livro, Report from the Holocaust: The Making of an AIDS Activist, "Nesses casos onde crianças têm que fazer sexo com homossexuais mais velhos, são eles professores ou qualquer outro, eu sugiro que freqüentemente, muito freqüentemente, a criança deseja a atividade, e talvez mesmo a solicite."

Em uma carta ao editor do jornal gay, Andy Humm, um líder chave de um dos mais volumosos grupos gays juvenis, que defendem a juventude, disse, "Ninguém deve ter negados os direitos civis básicos por causa de sua orientação, se a pessoa é homossexual, heterossexual, transexual, travesti, pedófilo, sádico, masoquista, assexual, qualquer que seja o tipo que possa imaginar . . . . Eles estão em suas variações naturais."[33]

Uma análise de 1995 pela Dra. Judith Reisman do Institute for Media Education, enfocando anúncios no mais influente jornal homossexual da nação, The Advocate, revela que 63% dos anúncios pessoais procuram ou oferecem prostituição.[34] Muitos deles abertamente solicitam garotos.[35] The Advocate também publica no jornal um "Boneco de um Garoto Penetrável . . . disponível em 3 posições provocativas."[36] Reisman encontrou mais ou menos quatorze imagens eróticas de garotos no The Advocate.[37] Algumas publicações homossexuais, tais como o jornal do sul da Califórnia Update, são insolentes o suficiente para publicar no jornal doações para as custas processuais para homossexuais presos por pedofilia.

Realmente, NAMBLA e outra literatura pró-pedofilia podem ser encontradas sempre que homossexuais se reúnem (livrarias homossexuais, saunas, festivais, bares gays etc.). Quando o líder do Americans for Truth About Homosexuality, Peter LaBarbera, pediu ao diretor de uma das principais livrarias de Boston, Glad Day Bookshop, para abandonar a venda de literatura pedófila, ele respondeu: "Nossa política é vender tudo que está disponível para a comunidade gay."[38]

O dono de uma importante livraria gay da Philadelphia, Giovanni’s Room, tirou das estantes a literatura do NAMBLA só depois de ameaça de boicote, porém comentou, "Eu penso que esse é um dia estranho para a cultura gay quando nós começamos a banir algo só porque isso nos torna desconfortáveis . . . especialmente quando a coisa é um fundamento da literatura gay. Se nós tirarmos todos os livros que tinham temas sexuais entre adultos e jovens, nós teríamos de abandonar muitas novelas, memórias ou biografias."[39]

Os mais populares livros de ficção no mercado hoje são ricos em simples descrições de relacionamentos entre gerações de acordo com o escritor Philip Guichard no artigo Village Voice. Doubleday publicou um livro em 1998, The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read, que recomenda numerosos trabalhos que retratam sexo com garotos de uma maneira positiva. A livraria Border proíbe a venda de um livro, A History of Gay Literature: The Male Tradition, que inclui um capítulo devotado à história de literatura pró-pedofilia como uma parte indisputável da história da literatura homossexual.

A Gays Men’s press publica uma lista de bestsellers onde aparecem livros como Dares to Speak: History and Contemporary Perspectives on Boy-Love, Some Boys, e For a Lost Soldier. Todos estes livros só podem ser descritos como pró-pedófilos. A confiável Encyclopedia of Homosexuality defende o reconhecimento do "fato que até muito recentemente relacionamento amoroso homem/garoto era aceito como uma parte, e realmente era uma parte maior, da homossexualidade masculina."[40] O principal dicionário da cultura homossexual, The Queens’ Vernacular, lista 254 das 12,000 palavras como ter que fazer sexo com garotos.

Uma das maiores publicações da literatura de livros homossexuais, Alyson Publications, também publica livros pró-pedófilos tais como Gay Sex: A Manual for Men Who Love Men. Esse livro contém instruções detalhadas para homossexuais de como evitar ser descoberto e preso quando fazer sexo com garotos: "Evite situações onde um número de homens estão fazendo sexo com o mesmo garoto, ou grupo de garotos, sob um período de tempo."[41] Desconhecida da maioria, Alyson Publications é também provavelmente o maior provedor de literatura e materiais de leitura para as escolas públicas pró-gay da America. Infelizmente, esse mercado está crescendo em um ritmo tremendo. O infame Heather has Two Mommies, atualmente sendo utilizado na maioria dos sistemas educacionais de crianças nas escolas públicas para educar crianças a respeito da homossexualidade, é um livro da Alyson Publications.

Mesmo a suposta terra natal do moderno dia do movimento homossexual, o Bar Stonewall em New York, era notoriamente um lugar onde homossexuais mais velhos arranjavam encontros com jovens garotos para transar.

Conferências da "alta cúpula" homossexual comumente retratam discursos sobre o sexo intergerações como ele é agora chamado. Por exemplo, em um dos encontros nacionais de homossexuais, a convenção anual National Gay Lesbian Task Force apresentou um seminário em 2001 intitulado Your Eyes Say Yes But the Law Says No, que incluiu um discurso de um ativista S&M sobre leis que afetando o sexo intergerações. A convenção também exibiu um outro seminário intitulado Drag 101: How to Turn Kids in Make-up into Kings and Queens.

Achar qualquer jornal gay ou publicação de viagem gay e alguém que encontre anúncios de turismo sexual para Burma, Philippines, Sri Lanka, Thailand, e outros países infames para prostituição de garotos. Relatos publicados em tais viagens por autores homossexuais revelam que milhares de gays americanos estão patrocinando a prostituição de garotos pelo mundo. O mais popular guia de viagem para homossexuais, Spartacus Gay Guides, está repleto de informações sobre onde achar garotos para sexo e, com um aviso camarada, lista as punições em vários países para sodomia com garotos, se capturados.

O governo do Sri Lanka anunciou que mais de 10,000 garotos prostitutos trabalham em suas praias como resultado de uma alta demanda criada pelos homossexuais afluentes do Ocidente. Mas o pequeno e imundo segredo da comunidade homossexual americana é os milhares de garotos prostitutos que lhes prestam serviços dentro de nossas fronteiras. Um livro expondo a prostituição mundial de garotos, For Money or Love, Boy Prostitution in America, revela que garotos estão se vendendo não só em cidades como New York, Los Angeles, San Francisco, Philadelphia, Chicago, Baltimore, e New Orleans, mas também em pequenas cidades de todo país. Em um jargão de rua, os garotos são conhecidos como "chickens" e seus clientes são conhecidos como "chickenhawks."[42]

Sites homossexuais na internet sites não são diferentes. Uma rápida busca usando as palavras-chave "gay" e "boys" facilmente localiza milhares de sites homossexuais que promovem sexo com garotinhos e/ou contendo pornografia infantil. Realmente, a alta cúpula de grupos homossexuais bem que tentou obstruir a legislação de Virginia, que passou em 2001, restringindo o uso da internet que prova danos às crianças (tais como salas de bate papo comumente usado por pedófilos para encontrar vítimas).[43] Similarmente, uma acusação de pedofilia em Iowa por mostrar vídeos pornográficos a cinco garotos menores cortejou expansivos protestos de ativistas homossexuais quando a sentença foi confirmada em apelação para a Suprema Corte de Iowa.[44]

O Santo Graal do movimento pedófilo é a redução ou eliminação de todas as leis de consenso etário. Os principais guerreiros nessa batalha política e legal é a "alta cúpula" dos grupos homossexuais. Robert Knight e Frank York do Family Research Institute tem isso perfeitamente documentado em uma reportagem. "Como que distanciasse de 1972, a National Coalition of Gay Organizations adotou uma ‘plataforma de direito dos gays’ que incluiu uma exigência para ‘repelir todas as leis governamentais de consenso sexual etário.’"[45]

São os ativistas homossexuais no interior da ONU que estão fazendo um lobby em favor da concessão de direitos sexuais para crianças menores. Na Inglaterra, a campanha está sendo liderada pelo Outrage! e Stonewall, ambas organizações homossexuais. O grupo homossexual holandês, Association for the Integration of Homosexuality, tem lutado sucessivamente para reduzir a idade legal para o sexo para doze na Holanda. Assistindo-os estava um outro grupo homossexual, o COC, que declarou:

A liberação da pedofilia deve ser vista como um assunto gay . . . [e que] idades de consenso devem portanto ser abolidas . . . pelo reconhecimento da afinidade entre homossexualidade e pedofilia, o COC teve muitas possibilidades de acomodar os adultos homossexuais a esta prática, tornando-os mais sensíveis aos apelos eróticos de membros mais jovens de suas relações sexuais, relacionados a alargada identidade gay.[46]

No Canadá, o esforço é liderado pelo ativista homossexual e defensor do NAMBLA Gerald Hannon. Na América, ao lado do NAMBLA, o esforço é apoiado pela maior parte das maiores organizações homossexuais tais como a National Gay Task Force. Realmente, a anual e homossexual "Marcha em Washington" invariavelmente libera um "enunciado de demandas" que inclui a abolição de leis de consenso etário. Homossexuais no Hawaii tem também bem sucedidamente reduzido por ali a idade de consenso para quartorze. Para ser franco, é difícil achar um defensor da diminuição de idade legal de consenso nos EUA ou em qualquer outro lugar, que não seja um ativista homossexual.

O que então diz a literatura acadêmica sobre a relação entre homossexualidade e assédio sexual infantil? Muitas coisas, realmente. Estudos científicos confirmam uma forte predisposição pedófila entre homossexuais.

O fundador do Family Research Institute e psicólogo Paul Cameron, revendo mais do que dezenove diferentes reportagens acadêmicas e estudos analisados por um colega em um artigo de 1985 da Psychological Reports, descobriu que homossexuais contabilizam entre 25% e 40% de todos assédios sexuais infantis. Pesquisadores de sexo como Freund, Heasman, Racansky, e Glancy, por exemplo, em 1984, em um artigo do Journal of Sex and Marital Therapy, pôs o número em 36%. Erickson, Walbek, Sely, em um artigo dos Archives of Sexual Behavior de 1988, colocou-o em 86% quando as crianças estão sendo molestadas por machos.[47]

Porém, deve ser notado que homossexuais totalizam apenas 2% da população. Isso significa que estatisticamente um molestador de crianças é dez a vinte vezes mais provável ser homossexual do que heterossexual. Em outras palavras, assédios heterossexuais são proporcionalmente uma fração comparados aos assédios homossexuais. Estudos mais recentes confirmam essa estatística. Em 2000, os Archives of Sexual Behavior publicaram um artigo de sete investigadores sexuais concluindo que ‘‘em torno de 25-40% dos homens são atraídos por crianças, de preferência garotos. Dessa forma, a percentagem de atração homossexual é 6 a 20 vezes maior entre pedófilos."[48]

O expert em violência sexual e professor de psiquiatria Eugene Abel, em um estudo publicado em 1987 pelo Journal of Interpersonal Violence, concluiu que homossexuais molestam sexualmente garotinhos com uma incidência que é cinco vezes maior do que o assédio de garotas.[49]

Em um estudo de 1992, publicado no Journal of Sex and Marital Therapy, investigadores sexuais K. Freud e R. I. Watson descobriram que homossexuais masculinos são três vezes mais passíveis de se engajar na pedofilia do que homens heterossexuais, e que a média de vítimas de pedófilos estava entre 20 e 150 garotos antes de serem detidos.[50]

Outro dado tem chegado a frente confirmando que sexo com garotinhos é um estilo de vida para muitos homossexuais. Em 1993, o Escritório de Advocacia do Exército dos EUA, publicou um estudo que analisou 102 condenações a cortes marciais por terem seus soldados se envolvido em atos homossexuais por um período de quatro anos. O estudo descobriu que em 47% dos casos, homens homossexuais vitimaram um jovem.[51]

Uma análise contendo relatos de assédio do Family Research Institute, englobando cinco dos maiores jornais, descobriu em torno de 40% envolvendo homossexuais, mas esse número é baixo devido ao fato que muitos repórteres não relatarão se um molestador de crianças é mesmo homossexual se ele sabe que esse seja o caso.

Um estudo dos pesquisadores de sexo Alan Bell e Martin Weinberg descobriu que 25% dos gays brancos têm feito sexo com garotos de dezesseis anos ou mais jovens.[52] O Family Research Institute conduziu um estudo similar e descobriu que "11 vezes mais do que homens exclusivamente heterossexuais relataram ter feito sexo com um homem enquanto eles tinham menos de 13 anos."[53] Um estudo feito por ativistas homossexuais e pesquisadores Jay e Young revelou que 73% dos homossexuais avaliados fizeram sexo com garotos de dezesseis a dezenove anos de idade ou mais jovens.[54]

Em um estudo sobre estupro masculino publicado pelo American Journal of Psychiatry, detectou-se que 6% das vítimas de estupro relataram a um centro de crise de estupro da Philadelphia que eram garotos de menos de dezesseis anos. E mulheres não os estupraram. Esse tipo de comportamento, porém, é considerado normal em círculos psiquiatras devido à influência de psiquiatras homossexuais no interior da American Psychiatry Association. Esse é o lobby homossexual no interior dessa corporação que impulsionou uma nova forma de reescrever o critério de diagnóstico para a pedofilia. A nova definição de sexo com crianças afirma que se trata de uma desordem psicológica apenas se esta causa "clinicamente um sofrimento significante" para o molestador! Por conta dessa definição, muitos molestadores são pessoas perfeitamente normais!

A American Psychological Association parece ter simpatias similares quando publicou um artigo sujo e cheio de erros no seu Psychological Bulletin em julho de 1998, argumentando que não há documentação de pesquisa de que o abuso sexual infantil é nocivo às crianças e que "um encontro de desejos com reações positivas seria classificado simplesmente de sexo de adulto com criança" em vez de usar termos tais como molestador de crianças e vítima. Não houve gritaria da comunidade homossexual. Realmente, das duas uma: ou ficaram em silêncio ou defenderam publicamente o artigo. Um dos mais proeminentes jornalistas homossexuais, Andrew Sullivan, atacou as críticas do estudo no New York Times. No National Journal, o jornalista gay Jonathan Rauch defendeu fortemente o estudo e argumentou que o assédio sexual infantil deveria ser chamado sexo entre "adulto e adolescente."[55]

A epidemia de assédio sexual infantil que vem ocorrendo simultaneamente ao aumento de uma agressiva subcultura homossexual não é coincidência. Devido ao vírus da AIDS, o assédio sexual é freqüentemente uma sentença de morte. Além disto, o Journal of the American Medical Association relatou que 50% das vítimas masculinas de AIDS relataram ter feito sexo com um homem adulto por volta dos 16, e 20% tinham feito sexo com um homem adulto por volta dos 10.[56]

O Center of Disease Control (CDC) relatou recentemente que, em relação ao ano 2000, há agora 31,293 casos de AIDS na categoria de 13 a 24 anos.[57] The HIV/AIDs Surveillance Reports sustentou pela demonstração do CDC que, pelos últimos anos, metade do grupo de vítimas do HIV entre 13 a 24 anos foram infectados com a doença como resultado de sexo com homens adultos.[58] Porém, deve se ter em mente que, devido ao período de incubação da doença, muitos desses garotos e jovens homens foram infectados cerca de 10 anos antes do relato desses casos. Isso se traduz em aproximadamente 15,000 garotos que tem sido infectados por homens adultos desde que o CDC começou a compilar essa informação. Isso é uma epidemia que ninguém parece querer falar a respeito.

Sem dúvida, em lugar de ter resultado em um expansivo esforço da comunidade homossexual para abrir mão de todos os principais grupos jovens possíveis, foi a inundação em nossas escolas públicas de currículos pró-homossexuais, conselheiros e atividades sociais. O YMCA, Girl Scouts, e os Big Brothers, a despeito disso também estão sendo atormentados por incidentes de assédio sexual, todos têm capitulado às campanhas de pressão homossexual. De fato, líderes do Girl Scout escrevendo no livro de 1997, On My Honor: Lesbians Reflect on their Scouting Experience, revelam que as escoteiras estão inundadas de lésbicas─um terço dessa equipe de trabalho é lésbica-que introduziram um programa de aconselhamento lésbico! Os Boy Scouts agora permanecem sozinhos entre os maiores grupos de jovens da America que resistem à agenda homossexual – e daí se explica por quê eles estão debaixo de tal ferocidade legal, legislativa e cultural.

Demais a mais, a mídia liberal omite qualquer menção da homossexualidade de uma pessoa na cobertura de relatos de assédio sexual. Isso é reforçado pela pressão dos grupos homossexuais. The Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (GLADD) disseminou um “guia para a mídia" para repórteres de toda nação em que eles urgem:

Relativo ao crime . . . uma orientação sexual não é sempre óbvia (ou relevante) baseada simplesmente nas circunstâncias de um crime . . . . Regras previnem rótulos em atividades ou emoções como "homossexuais’’ a menos que você chamasse as mesmas atividades de "heterossexual" ou "honesta" se engajada por alguém de uma outra orientação sexual.

A comunidade homossexual sabe que a captura de todos os mais importantes grupos jovens é absolutamente necessário à expansão do seu movimento. Eles sabem o que os principais cientistas sociais e pesquisadores de sexo sabem, mas recusam a falar a respeito: assédio sexual infantil homossexual é bem parecido que se tornar homossexual. Ademais, uma das características mais comuns dos molestadores homossexuais é o fato que eles foram molestados durante a mocidade. Um artigo publicado pelo American Medical Association relatou que, "Adolescentes abusados, particularmente vitimados por machos, eram 7 vezes mais aptos a identificar-se como gay ou bissexual do que amigos que não tinham sido abusados."[59]

Já é tempo dos políticos eleitos na América, autoridades de saúde, líderes educacionais, e magistrados agirem para não apenas para contar a áspera verdade ─a comunidade homossexual tem alvejado a juventude americana─ mas agirem agora contra essa horrível tendência. Omitindo a fazer isso, haverá desastrosas conseqüências tanto para nossa cultura quanto para a saúde de nossas crianças.



Tradução por Roberto Cavalcanti



Original em inglês em:

http://www.regent.edu/acad/schlaw/lawreview/articles/14_2Baldwin.doc





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* O ilustre Steve Baldwin é um autor de longa data, investigador, e orador em assuntos homossexuais. Eleito para a Assembléia do Estado da Califórnia em 1994, Baldwin presidiu o Comitê da Assembléia de Educação onde enfrentou os esforços da comunidade gay para inserir um currículo pró-gay nas escolas públicas da Califórnia. Ele tem aparecido em vários programas de rádio e televisão incluindo Larry King Live, the Michael Reagan Show, e the Dr. Laura Show. Ele é autor de dois livros; um ligado à Nicaragua e outro ligado à Educação. Baldwin é bacharel de Artes em Comunicações pela Universidade de Pepperdine.

[1] Veja W.D. Erickson et al., Behavior Patterns of Child Molesters, 17 Archives Sexual Behav. 1, 83 (1988); veja também K. Jay et al., The Gay Report: Lesbians and Gays Speak Out About Sexual Experiences and Lifestyles 275 (1979); Eugene Abel et al., Self-Reported Sex Crimes of Nonincarcerated Pedophiliacs, 2 J. Interpersonal Violence 3, 5 (1987) (“Abuso sexual infantil, por comparação, era um crime relativamente pouco freqüente, em média de 23.2 vezes por um pedófilo (não incesto) com alvos fêmeas para uma média de 281.7 vezes por um pedófilo (não incesto) cujos alvos eram machos.”); R. Blanchard et al., Fraternal Order and Sexual Orientation in Pedophiles, 29 Archives Sexual Behav. 464 (2000); K. Freund & R.I. Watson, The Proportions of Heterosexual and Homosexual Pedophiles Among Sex Offenders Against Children: An Exploratory Study, 18 J. Sex & Marital Therapy 34, 34-43 (1992).

[2] Frank York & Robert Knight, Homosexual Activists Work to Lower Age of Consent (1999), available at http://www.frc.org/get/bl057.cfm (last visited Apr. 2, 2002).

[3] Veja Plaintiff’s Complaint at 3, In re Gay & Lesbian Adolescent Soc. Serv. Inc. v. California Dep’t of Soc. Serv. (March 15, 1996) (No. 6395284001) (um arquivo com autor) (hereinafter Plaintiff’s Complaint) (Pelo menos cinco cidades do sul da Califórnia contratadas pela GLASS para receber crianças que resultaram em subsídios de fundos federais, estaduais e municipais para a GLASS).

[4] Gay and Lesbian Social Services, Our Mission, at http://www.glassla.org/company.htm (last visited Apr. 2, 2002).

[5] Veja Pat Califla, Public Sex: The Culture of Radical Sex (2000).

[6] Helping Gay and Lesbian Youth: New Policies, New Programs, New Practice (Teresa Decrescenzo ed., 1994).

[7] Veja Plaintiff’s Complaint, supra note 3 , at 4.

[8] Id. at 8.

[9] K.L. Billingsley, Gay Agency Probed for Child Abuse, Wash. Times, Sept. 21, 1996, at A2.

[10] Bettina Boxall, Beleaguered Gay Agency Fights Back, L.A. Times, June 23, 1996, at B1.

[11] Como um membro anterior da Assembléia do Estado da Califórnia, o autor requisitou todos os documentos relativos a esse casa do Departamento de Serviços Sociais e encontrou nenhuma evidência de algum procedimento iniciado pelo Procurador Geral do Estado.

[12] Ordens de Amici Curiae Public Advocate et al., Dale v. Boy Scouts of America, 734 A.2d 1196 (N.J. 1999) (No. 99-699); Steve Geissinger, Scouts Remove 1800 Scoutmasters for Suspected Abuse Over Two Decades, Assoc. Press, Oct. 14, 1993 (on file with author).

[13] Joe Farah, Who’s Afraid of the Boy Scouts?, World Net Daily, Aug. 23, 2000 at http://www.worldnetdaily.com/news/article.asp?Article_ID=15032; veja também Culture Facts (Family Research Council, Wash., D.C.), Aug 24, 2000, disponível em http://www.frc.org/get/cu00h4.cfm.

[14] Carta de Leland Stevenson, Co-Recording Secretary, NAMBLA, para Ben Love, Chief Scout Executive, Boy Scouts of America (Nov. 1992) disponível em http://www.abidingtruth.com/pfrc/archives/livelybytes/3-21-2001.html.

[15] Ryan Oliver, Detective Won’t Face Sex Charges, Las Vegas Rev. J., Jan. 11, 2001, disponível em http://www.lvrj.com/lvrj_home/2001/Jan_11=thu_2001/news/15209393.html.

[16] Id.

[17] Kent Paris, The Seduction of Our Youth: Christian Parents Are Discovering It Can Happen Here, Newsletter, (Nehemiah Ministries & Fellowship, Urbana, IL.), Sept. 1, 2000 em http://www.exodusnorthamerica.org/infocenter/libraryarticles/a0000532.html.

[18] W.D. Erickson et al., Behavior Patterns of Child Molesters, 17 Archives Sexual Behav. 77, 83 (1988).

[19] Id. at 83-85.

[20] Julie Foster, Pedophile Lawsuit Goes Class Action?, World Net Daily, Jul. 25, 2000, at http://www.worldnetdaily.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=17932.

[21] NAMBLA, Introducing the North American Man/Boy Love Association (1980) (issued by the NAMBLA National Office located in New York City).

[22] Carta de Roy Radow, NAMBLA, NAMBLA and Youth (Apr. 23, 1994), at http://qrd.tcp.com/qrd/orgs/NAMBLA/nambla.and.youth.

[23] Carta de Roy Radow, NAMBLA, What People are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love, (Apr. 23, 1994), at http://qrd.tcp.com/qrd/orgs/NAMBLA/quotes.

[24] Stuart Timmons, The Trouble With Harry Hay: Founder of the Modern Gay Movement (1990); Peter LaBarbera, Do Gays Discriminate on the Basis of Sexual Orientation, Lambda Rep., Dec.-Jan. 1993-94, at 9.

[25] Editorial, No Place for Homo-Homophobia, S.F. Sentinel, Mar. 26, 1992 (on file with author).

[26] Peter LaBarbera, UN Kicks Out Gay Group – With NAMBLA’s Help, Lambda Rep., Feb-Mar. 1995, at 13; see also Peter LaBarbera, UN Grants Voice to Gay Group with Pedophile Ties, Lambda Rep., Sept. 1993, at 3; Peter LaBarbera, U.S. May Reverse U.N. Vote Over NAMBLA’s Ties, Lambda Rep., Nov. 1993, at 1-10; Joyce Price, Pedophiles Resisting Expulsion from Gay Umbrella Organization, Wash. Times, Nov. 27, 1993 at A4; Aras Van Hertum, U.S. Gay Leaders Urging ILGA to Oust NAMBLA, Wash. Blade, Nov. 5, 1993, at A1.

[27] Steffen Jensen, ILGA’s NGO Status with the Council of Europe, 43 ILGA Newsletter (International Lesbian & Gay Association, Copenhagen, Denmark), Aug. 1996, at 1, disponível em http://www.france.qrd.org/assocs/ilga/euroletter/43.html.

[28] Helmut Graupner, Love Versus Abuse: Crossgenerational Sexual Relations of Minors: A Gay Rights Issue, 37 J. Homosexuality 23, 26 (1999), citado em Culture Facts (Family Research Council, Wash., D.C.), Nov. 10. 1999, at 1; veja também North American Man/Boy Love Association (NAMBLA), Positive and Beneficial Experiences, at http://www.nambla.de/benefit.htm (última visita Apr. 2, 2002) para um alista de estudos nos mais importantes jornais pró-homossexuais que defendem o NAMBLA provando que o assédio sexual infantile nao é nocivo para as crianças, mas em alguns casos, beneficial!

[29] Beverly LaHaye, Seduction of Innocence:
With the Twist of a Word, APA Study Legitimizes Pedophilia, (Apr. 6, 1999), disponível em http://www.cwfa.org/library/family/1999-04-06_pedophilia.shtml.

[30] Lee Savage, Must Men Who Love Boys Be Guilty of Sexual Misconduct?, BLK Magazine, Mar. 1994, at 7-11.

[31] No Place for Homo-Homophobia, supra note 25 , at 19.

[32] The Real Child Abuse, The Guide, July 1995 (on file with author).

[33] Bob Enyart, My Homosexual Cousin Just Adopted a Baby, Bob Enyart in Print, at http://www.enyart.com/writings/homoadopt.html (last visited Apr. 12, 2002).

[34] Judith A. Reisman & Charles B. Johnson, Partner Solicitation Language as a Reflection of Male Sexual Orientation: The Briefing Book 169 (1995).

[35] Id.

[36] Id. at n.17; Advertisement in The Advocate, Aug. 13, 1975, at 26.

[37] Id. at n.31.

[38] Press Release, Americans for Truth about Homosexuality, Boston ‘Gay’ Bookstore Refused to Stop Selling Publications that Promote Adult-Child Sex (May 4, 1999), disponível em http://www.americansfortruth.com/Glad_Day.html (last visited Aug. 12, 2002).

[39] Benoit Denizet-Lewis, NAMBLA: The Story of a Lost Cause, Boston Mag., May 2001, at Part 2.

[40] Encyclopedia of Homosexuality 964 (Wayne Dynes ed., 1990).

[41] Jack Hart, Gay Sex: A Manual for Men Who Love Men (1996).



[42] Robin Lloyd, For Money or Love: Boy Prostitution in America 1 (1976).

[43] Lauren McGovern, Online Victimization of Youth Studied, Truth in the News (June 22, 2000), em http://readthetruth.com/news-stories.htm#june22-2.

[44] Veja Martha Kleder, Iowa Supreme Court Upholds AIDS Exposure Law, U.S. News Shorts, Concerned Women for America, July 18, 2001, em http://cultureandfamily.org/report/2001-07-18/local.shtml (last visited Apr. 12, 2002).

[45] York & Knight, supra note 2 , at 3.

[46] Paul Cameron, Child Molestation and Homosexuality (1993), disponível em http://www.familyresearchinst.org/FRI_EduPamphlet2.html (última visita em Apr. 12, 2002).

[47] W.D. Erickson et al., supra note 1 , at 83.

[48] R. Blanchard et al., Fraternal Order and Sexual Orientation in Pedophiles, 29 Archives Sexual Behav. 463, 464 (2000).

[49] Eugene Abel et al., Self-Reported Sex Crimes of Nonincarcerated Pedophiliacs, 2 J. Interpersonal Violence 3, 5 (1987) (“Abuso sexual infantil, por comparação, era um crime relativamente pouco freqüente, em média de 23.2 vezes por um pedófilo (não incesto) com alvos fêmeas para uma média de 281.7 vezes por um pedófilo (não incesto) cujos alvos eram machos.”).

[50] K. Freund & R. I. Watson, The Proportions of Heterosexual and Homosexual Pedophiles Among Sex Offenders Against Children: An Exploratory Study, 18 J. Sex & Marital Therapy 34, 34-43 (1992).

[51] Major Mickle, Dept. of the Army, Homosexual Litigation Update (Feb. 1997), disponível em http://dont.stanford.edu/commentary/army.htm (last visited Apr. 2, 2002).

[52] Veja simplesmente Alan P. Bell et al., Institute for Sex Research, Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women (1978) (Esse estudo envolveu entrevistas com 1500 gays homens e mulheres a partir dos quais derivaram as percentagens acima no estudo).

[53] Cameron, supra note 46 .

[54] K. Jay et al., The Gay Report: Lesbians and Gays Speak Out About Sexual Experiences and Lifestyles 275 (1979).

[55] Jonathan Rauch, Washington’s Other Sex Scandal, Nat’l J., Aug. 7, 1999, available at http://reason.com/rauch/99_08_07.shtml (last visited Apr. 12, 2002).

[56] Harry W. Haverkos et al., Initiation of Male Homosexual Behavior, 262 J. Am. Med. Ass’n 501 (1989)

[57] Centers for Disease Control and Prevention, Young People at Risk: HIV/AIDs Among America’s Youth (Mar. 11, 2002), disponível em http://www.cdc.gov/hiv/pubs/facts/youth.htm (last visited Apr. 12, 2002).

[58] Centers for Disease Control and Prevention HIV/AIDS Surveillance Reports, (Apr. 2, 2002), disponível em http://www.cdc.gov/hiv/pubs/facts.htm#Surveillance (última atualização Apr. 12, 2002).

[59] William Holmes & Gailv Slap, Sexual Abuse of Boys, 280 J. Am. Med. Ass’n 1859 (1998).

(DES)ORIENTAÇÃO SEXUAL

(a reivindicação de um falso direito)

Pe. Lodi

Há quem pense que o mais perigoso de todos os projetos de lei contra a família brasileira seja o PL 1151/95, da ex-deputada federal Marta Suplicy (PT/SP), que "disciplina a parceria civil registrada entre pessoas do mesmo sexo e dá outras providências". Justamente por ser tão agressivo, ao tentar instituir o "casamento" de homossexuais (disfarçado sob o nome de "união civil" ou "parceria registrada"), este projeto tem suscitado uma reação violenta. "O projeto de lei, de 1995, já entrou na pauta do dia 14 vezes e nunca foi votado. Só em maio deste ano, os deputados estiveram prestes a colocar sua opinião sobre o assunto numa urna nove vezes" (União de gays na gaveta, Jornal do Brasil, 30/08/2001, p. 7). Por que tantos adiamentos? Porque os defensores do projeto, ao perceberem que serão derrotados, sabem habilmente retirá-lo de pauta.

Muito mais perigosos são outros projetos semelhantes, que estão tramitando na surdina, sem chamar a atenção do público. O mais perigoso de todos é uma Proposta de Emenda Constitucional, a PEC 67/1999 do deputado Marcos Rolim (PT- RS), que "altera os artigos 3º e 7º da Constituição Federal". Se aprovada, a emenda proibirá expressamente no art. 3º os "preconceitos" ou "discriminação" por motivo de "orientação sexual". No art. 7º inciso XXX, proibirá que alguém deixe de ser admitido ao exercício de alguma função por motivo de sua "orientação sexual". Em outras palavras, o homossexualismo passará a ser um direito constitucional.

Quem tem filho em idade escolar, talvez já tenha tido o desprazer de ler em um livro didático de Ciências da 7ª série o seguinte texto: "A homossexualidade não é vício nem doença. A escolha sexual de uma pessoa deve ser respeitada (...) A opção sexual vai-se desenvolvendo aos poucos. Na adolescência não dá para saber ainda se uma pessoa será ou não homossexual" (BARROS, Carlos, O Corpo Humano; programas de saúde, 40ª edição, São Paulo, Editora Ática, 1991, p. 20). Já faz tempo que os alunos são treinados a considerar como natural algo que é intrinsecamente antinatural. No entanto, há quem queira que isso se torne lei. O Projeto de Lei 3099 de 2000, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), "dispõe sobre a obrigatoriedade de disciplina ‘orientação sexual’, nos currículos de quinta e sexta séries do ensino fundamental das escolas publicas e privadas". Se aprovado, toda escola será obrigada a ensinar aos adolescentes que é indiferente casar-se com alguém do mesmo sexo ou do outro sexo. E os pais serão obrigados a tolerar tal ensinamento.

Como se pretende transformar o homossexualismo em um direito, qualquer "discriminação" contra um homossexual será crime. Já está em tramitação o Projeto de Lei 5003 de 2001, da deputada Iara Bernardi (PT-SP), que "determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas".

O que está para acontecer...

Se os projetos acima descritos se tornarem leis, mesmo antes que se aprove o "casamento" de homossexuais, devemos estar preparados para o pior. Por exemplo:

a) A Igreja Católica será coagida a admitir seminaristas homossexuais. Se um candidato ao sacerdócio for expulso do seminário por praticar atos de homossexualismo, a Igreja estará cometendo um crime e deverá ser punida.

b) O mesmo acontecerá se a Igreja suspender o uso de ordens de um padre que pratique a pederastia ou se expulsar de sua congregação religiosa uma freira que pratique o lesbianismo.

c) Se um par de travestis entrar em algum estabelecimento comercial e começar a se abraçar e se beijar em público, nem o dono do local nem os espectadores poderão reagir. Uma simples expressão fisionômica de censura já poderia ser enquadrada como prática discriminatória passível de sanção penal.

d) Um empresário que, por engano, tiver admitido um funcionário homossexual, e que agora vir que ele está corrompendo seus colegas de trabalho, não poderá jamais pensar em demiti-lo.

e) Diante do festival de obscenidades que todo ano invade as ruas nas horríveis passeatas do "orgulho gay e lésbico", os cidadãos deverão tomar todo o cuidado para não pronunciar palavras de repreensão. Ai daquele que disser, balançando a cabeça: "Isso é uma falta de vergonha..."! A repressão ao "discriminador" será imediata.

Que é orientação sexual?

A palavra orientação vem de "oriente". É genuinamente cristã. Oriente é onde nasce o sol. Cristo é o "sol nascente" (Lc 1,78) que nos veio visitar. Orientar-se é colocar-se na direção correta.

A palavra sexo vem do latim "secare", que significa cortar. Ela indica que o ser humano está "cortado" em duas partes, diferentes e complementares: o homem e a mulher. Um foi feito para o outro e completa-se no outro.

A única "orientação sexual" possível, portanto, é aquela que existe entre o homem e a mulher. Entre dois homens ou entre duas mulheres não se pode falar de "orientação", mas de desorientação sexual.

A conjunção carnal de dois homens ou de duas mulheres não é uma união "sexual", embora eles tentem fazer uso (antinatural) de seus órgãos reprodutores. Tal ato é totalmente avesso à reprodução e à complementação homem-mulher.

Na impossibilidade de realizarem o ato conjugal, que requer órgãos complementares (o pênis e a vagina), os pederastas e as lésbicas procuram fazer uso de outros, como o ânus e a boca. Ora, a boca pertence ao aparelho digestivo e o ânus tem evidentemente função excretora. Os atos de homossexualidade são, portanto, uma grosseiríssima caricatura do ato conjugal, tal como foi querido por Deus e inscrito na natureza.

Discriminar é preciso

A discriminação é uma das práticas mais normais da vida social. Todos nós a praticamos dia a dia. Ao aplicar uma prova, o professor discrimina os alunos que tiraram notas altas daqueles que tiraram notas baixas. Aqueles são aprovados. Estes são reprovados. Ao escolher o futuro cônjuge, as pessoas geralmente fazem uma discriminação rigorosa, baseadas em diversos critérios: qualidades morais, inteligência, aparência física, timbre de voz, formação religiosa etc. Entre centenas ou milhares de candidatos, somente um é escolhido. Os outros são discriminados. Ao selecionar seus empregados, as empresas fazem uma série de exigências, que podem incluir: sexo, escolaridade, experiência profissional, conhecimentos específicos, capacidade de relacionar-se com o público etc. Certos concursos para policiais ou bombeiros exigem, entre outras coisas, que os candidatos tenham uma determinada altura mínima, que não ultrapassem uma certa idade e que gozem de boa saúde. Todos esses são exemplos de discriminações justas e necessárias.

Outros poderiam ser dados. O ladrão que é apanhado em flagrante é preso. A ele, como punição pelo furto ou roubo, é negada a liberdade de locomoção, que é concedida aos demais cidadãos. A prisão é um lugar onde, por algum tempo, são discriminados (com justiça) aqueles que praticaram atos dignos de discriminação.

Algumas discriminações são injustas

Se é justo privar da liberdade um criminoso (que perdeu o direito a ela pela prática de seu crime), não é justo negar a liberdade a alguém em virtude de sua cor. A escravidão dos negros, abolida no Brasil em 1888, é um exemplo de discriminação injusta. Também não é justo privar uma criança do direito à vida por causa de uma doença incurável, como querem os defensores do aborto eugênico. Um bebê sadio tem o mesmo direito de nascer que um bebê defeituoso. Lamentavelmente, há na Câmara dos Deputados um projeto de lei que pretende legalizar tal discriminação injusta. Trata-se do PL 1956/96, também da ex-deputada Marta Suplicy (PT - SP).

Não é justo que a Igreja prive alguém da Santa Missa ou dos sacramentos por causa de sua pobreza ou condição social. Mas é justo (e necessário) que aqueles que estão em pecado grave abstenham-se da Comunhão Eucarística, sob pena de cometerem um sacrilégio.

Os homossexuais têm direitos?

Na sua primeira carta aos coríntios, São Paulo enumera alguns dos que não herdarão o Reino de Deus: "Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus" (1Cor 6,9-10). Nesta passagem o Apóstolo usa duas palavras para designar os homossexuais: malakói (efeminados) e arsenokóitai (sodomitas).

Será que nenhum dos que foram enumerados acima têm direitos? Certamente que têm. O empregado que trabalhou para mim durante um mês tem direito a receber seu salário, mesmo que lamentavelmente se tenha embriagado. O ladrão que furtou meu dinheiro conserva seu direito à vida (e por isso eu não posso matá-lo).

Mas o ladrão não tem direito à vida enquanto ladrão, e sim enquanto pessoa. Da mesma forma, o bêbado não tem direito ao salário enquanto bêbado, e sim enquanto trabalhador.

Assim, se o homossexual tem algum direito, não o tem enquanto homossexual, mas enquanto pessoa. E assim como não faz sentido elaborar uma Carta dos Direitos dos Ladrões ou uma Declaração dos Direitos dos Bêbados, é absurdo uma lei que defenda os "Direitos dos Homossexuais".

Sendo um vício (e um vício contra a natureza!), o homossexualismo não acrescenta direitos à pessoa. Ao contrário, priva-a de direitos, a começar pelo direito ao Reino de Deus.

A misericórdia para com o pecador

"Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes (...) Com efeito, eu não vim chamar justos, mas pecadores" (Mt 9,12-13). Estas palavras de Jesus resumem a atitude que nós, cristãos, devemos ter para com os homossexuais. É preciso socorrê-los. Mas eles só poderão ser auxiliados se reconhecerem que são doentes carentes de médico e pecadores necessitados de perdão. Jesus nunca negou o perdão aos pecadores humilhados, como a mulher adúltera (Jo 11,10-11), a pecadora pública (Lc 7,47) e o publicano Zaqueu (Lc 19,9). No entanto dirigiu palavras duríssimas aos escribas e fariseus, que, em seu orgulho, não admitiam necessitar de salvação (Mt 23,1-32).

Os homossexuais que, reconhecendo a gravidade de seus atos, procuram a Igreja para se reconciliar com Deus, "devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza" (Catecismo da Igreja Católica, n.º 2358). No entanto, aqueles que, longe de se arrependerem, orgulham-se do pecado que cometem (como os participantes das manifestações de "orgulho homossexual"), estão automaticamente se excluindo da salvação.

E quanto à discriminação? "Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta (grifei)" (Catecismo da Igreja Católica, n.º 2358). O texto supõe, portanto, que há discriminações justas para com os homossexuais. E de fato há. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado. Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.

Discriminação contra a Igreja

Se, porém, os projetos acima citados se tornarem leis, surgirá para o Brasil uma nova onda de perseguição religiosa. A Igreja, para ser fiel a seu Fundador, será injustamente discriminada. Será considerada criminosa por chamar de pecado aquilo que é pecado e por proibir aquilo que Deus proíbe. Deus se compadeça de nós...

A adoção de crianças por homossexual no Brasil

Roberto Cavalcanti

De acordo com o artigo 227 da Constituição Federal e artigo 43 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), temos que:

Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Art. 43. A adoção será deferida quando apresentar reais vantagens para o adotando e fundar-se em motivos legítimos.


A questão da moralidade dos atos humanos é inseparável do direito e, no próprio ECA, há uma preocupação do legislador em proporcionar o desenvolvimento moral da criança e do adolescente:

Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.

Todos nossos atos devem estar conformes a moralidade, e o direito deve ter a missão de resguardar certos preceitos universalmente aceitos para que sejam respeitados socialmente. Entre estes preceitos temos que a vida física é um bem a ser preservado e o mesmo em relação à vida da espécie, como elementos indissociáveis ao nosso instinto de conservação.

Seria impossível e desonesto desprender a questão da adoção de crianças por homossexuais do estilo de vida comum a esse grupo, que obviamente forma um grupo diferente na sociedade, com uma subcultura própria, valendo até mesmo por parte de seus membros e simpatizantes a denominação de “minoria” ou “comunidade gay”, o que por si já denota um segmento à parte da maioria da população. Como um parâmetro demográfico, temos que nos EEUU este grupo forma apenas 1% da população . No Brasil, este percentual não deve ser tão diferente. É inevitável encetar críticas ao estilo de vida homossexual, por mais que isso venha a estar socialmente ambientado como “preconceito”, “intolerância” ou “discriminação”, muito embora tais vocábulos sejam seletivamente manipulados em favor de grupos de interesse, desligados de seu sentido contextual. Entretanto, é o que se tem de mais relevante para se discutir a legitimidade e estabilidade necessárias para se referendar ou negar uma adoção. Nestes meandros, é possível constatar como o homossexualismo conseguiu assentar-se mesmo em contradição abertas àqueles preceitos gerais da moralidade já citados, como um estilo de vida destrutivo não apenas ao indivíduo, mas também à sociedade, pelas razões expostas a seguir.

Em primeiro lugar, remontemos às origens. A própria palavra “sexo” vem do latim "secare", que significa cortar. Ela indica que o ser humano está "cortado" em duas partes, diferentes e complementares: o homem e a mulher. Um foi feito para o outro e completa-se no outro. A vida humana, como todos aprendemos, só tem lugar com o cruzamento de gametas femininos e masculinos, no fim do que temos a fecundação do óvulo pelo espermatozóide e a geração de um embrião. Assim, via de regra, é a partir do cruzamento entre macho e fêmea que temos a origem da vida humana e da própria sociedade. A conjunção carnal de dois homens ou de duas mulheres não é uma união "sexual", embora eles façam uso de seus órgãos reprodutores. É impossível que tal ato resulte na reprodução, que requer, naturalmente, a intercomplementaridade entre os sexos. Os órgãos comumente utilizados pelos homossexuais, a boca e o ânus, não têm função reprodutora e, deste modo, reduzem-se a uma caricatura do ato sexual, totalmente afastado do princípio da conservação da espécie. Assim, é completamente absurdo e antinatural defender a manutenção e perpetuação de um comportamento que, na sua dependência, a própria sociedade inexistiria. O próprio sentido etimológico da palavra “sexo” vem sendo mudado arbitrariamente pelos simpatizantes da causa do homossexualismo para o vocábulo “gênero”, no sentido de invalidar as distinções entre homem e mulher.

O Dr. Sigmund Freud classificou o homossexualismo como uma perversão sexual, isto é, um desvio de sua finalidade:

“Nosso dever é oferecer uma teoria satisfatória que esclareça a existência de todas as perversões descritas e explicar sua relação com a chamada sexualidade normal.
Tais desvios do objetivo sexual, tais relacionamentos anormais ao propósito sexual, têm se manifestado desde o começo da humanidade em todas as épocas das quais temos conhecimento, e em todas as raças, das mais primitivas às mais altamente civilizadas. Às vezes têm tido êxito em alcançar a tolerância e a aceitação geral.
Além disso, uma característica comum a todas as perversões é que nelas se coloca de lado a reprodução. Este é realmente o critério pelo qual julgamos se uma atividade sexual é pervertida — quando ela não tem em vista a reprodução e vai atrás da obtenção de prazer independente.”


O homossexualismo não é normal. Uma estridente ativista lésbica, chamada Camille Paglia, ao admitir isso, foi acusada de ser homófobica. Em seu livro, Vamps and Tramps, publicado em 1994, afirma que o rótulo de "homofóbico" revela o grau de "insanidade Stalinista" do atual ativismo gay. Paglia complementa na nota 94 na página 73 que "ativistas gays são culpados por desinformação Stalinista quando eles insistem em dizer que homossexualidade não é diferente ou que é equivalente à heterossexualidade, e que o ânus e a vagina são passíveis de troca (...) Tolerância de comportamento dissidente, que eu requeiro, não necessariamente significa aprovação pela sociedade. Sociedades pagãs e judaico-cristãs nunca e nunca devem concordar. Reprovação não é "ignorância" ou "inveja cega", termos enervantes em que se apóiam os ativistas gays (...) Similarmente, há questões médicas legítimas sobre a segurança e higiene de ruptura dos tecidos pelo sexo anal, mesmo que este último dependa, no meu ponto de vista, de um domínio privado fora do controle governamental."

Se homossexuais como Camile Paglia admitem que seu comportamento é prejudicial à saúde do indivíduo, os mais honestos endossam que seus atos são deletérios também à saúde pública. É o caso de um grupo de gays de Seattle, que redigiu um manifesto em inglês e espanhol, no qual assume a culpabilidade pela proliferação da AIDS e outras DST's, decorrentes dos "excessos" dos seus estilos de vida. Entre outras coisas, podemos ver que eles assumem que “um em cada sete homens que tiveram relações sexuais com outros homens está infectado pelo HIV”; que “as taxas de sífilis entre os homossexuais são 100 vezes maiores que as taxas entre os heterossexuais”; que “estas taxas estão estimadas a serem 1000 vezes maiores entre os gays HIV positivo”; que "todo gay, bissexual, ou outro homem que tenha feito sexo com outros homens é responsável pela saúde e bem-estar da comunidade" etc. Trata-se, certamente, de uma manifestação nobre por parte dessas pessoas assumindo um ônus social, encarando com honestidade as conseqüências de seu estilo de vida.

Assim, se os próprios gays assumem o grave perigo de seus comportamentos à saúde humana, será tutelando os “direitos dos gays” que nossa Constituição, em seu artigo 6º , nos termos do art. 196, garantirá socialmente o direito a saúde?

A literatura médica não deixa margens quanto a isso.

Segundo o Dr Rick Fitzgibbons, M.D., Médico Psiquiatra na Pensilvânia:

“a lista de doenças médicas encontradas com extraordinária freqüência entre homens homossexuais praticantes como um resultado de comportamento homossexual anormal é alarmante: câncer anal, chlamydia, trachomatis, cryptosporidium, giardia lamblia, herpes, HIV, vírus papiloma humano --HPV ou ferida genital-- isospora belli, microsporidia, gonorréia, hepatite viral tipos B e C, e sífilis.

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A transmissão sexual de algumas dessas desordens é tão rara na população heterossexual chegando a ser virtualmente desconhecida. Outras, quando encontradas entre heterossexuais e homossexuais praticantes, são claramente predominantes por aqueles envolvidos em atividade homossexual.

Estas doenças, com conseqüências que vão de severas até tratamentos vitais para meras enfermidades, inclusive hepatite A, giardia Lamblia, entamoeba histolytica, Vírus Epstein-Barra, neisseria meningitides, shigellosis, salmonellosis, pediculosis, scabies e campylobacter.”


Segundo o Dr. James DeMeo, PH. D., Diretor do Laboratório de Pesquisas Biofísicas de Oregon:

“Homossexuais e bissexuais de comportamento promíscuo permanecem o maior grupo de risco da síndrome da AIDS. Aqui, pode-se falar de uma subcultura com uma coleção de líquidos corporais compartilhados sofrendo infecções crônicas múltiplas. Epidemias menores de doenças sexualmente transmissíveis (DST), incluindo-se sífilis, gonorréia e herpes como também hepatite ocorreram nas comunidades gays dos Estados Unidos. Infecções do intestino, bexiga e sistema urinário relativas a contaminações são comuns (p.ex. a síndrome do intestino do gay - the gay bowel syndrome - gotas, etc). Exposições crônicas tanto a materiais infectados quanto organismos e correspondentemente altas taxas de exposição a medicamentos antibióticos podem ser parte integral do estilo de vida promíscua gay onde dezenas de contatos sexuais podem ocorrer por semana, destruindo a saúde e o funcionamento do sistema imunológico. Mesmo antes da descoberta do HIV e da identificação da AIDS, as saunas públicas, a promiscuidade gay, os quais mais e mais "saiam dos armários", tornaram-se um pesadelo para a saúde pública. Este estilo de vida inclui o concomitante uso de várias drogas depressoras do sistema imune legais e ilegais. Entrevistas com gays e pacientes sintomáticos de AIDS demonstraram o amplo uso de cocaína, anfetaminas, maconha, álcool, estimulantes sexuais, afrodisíacos, designer drugs e nitritos amil e butil freqüentemente ingeridos em várias misturas. A partir de todos estes fatores combinados pode-se prontamente perceber no que um sistema imunológico severamente danificado pode resultar. Novamente, esta é uma Acquired Immune Deficiency Syndrome (Síndrome de Imuno Deficiência Adquirida). Particularmente, o sarcoma de Kaposi foi identificado como resultante da exposição ao nitrito, mesmo antes da era da AIDS e foi especificamente ligado ao uso demasiado dos "poppers" - esta droga em particular é um dilatador do esfíncter, permitindo ao indivíduo tolerar a inserção do pênis ou mesmo o punho de outro homem no ânus (técnicas de punho). Estas vigorosas agressões aos homossexuais passivo-receptivos se correlacionam com o esgaçamento dos tecidos retais, mesmo fístulas, tudo levando à destruição das barreiras de proteção contra infecções.”

Da parte das mulheres, a American Medical Association (AMA) publicou um relatório concluindo que as lésbicas são mais suscetíveis a contrair câncer cervical do que as mulheres heterossexuais.

De acordo com um estudo apresentado em 1998, reunindo a Gay and Lesbian Medical Association e publicado no Medical Tribune, lésbicas podem ter maior risco de desenvolver câncer cervical do que mulheres heterossexuais, primariamente porque elas simplesmente não são examinadas com freqüência.

Da mesma forma que as com mulheres heterossexuais, lésbicas estão em risco de câncer cervical porque muitas carregam o vírus humano papiloma (HPV), sexualmente transmissível, que causa a maioria dos casos de câncer cervical. Um teste de papiloma detecta HPV e mudanças em células no pescoço que podem redundar em câncer. Os testes de papiloma são importantes porque a detecção prematura de HPV permite o tratamento que pode prevenir câncer em desenvolvimento. O risco de câncer cervical cai dramaticamente com exame regular. Porém, em uma recente pesquisa nacional, apenas 54% de lésbicas e mulheres bissexuais estavam contaminadas pelo papiloma, no ano passado, e 7,5% nunca forma contaminadas com o papiloma.

Sabendo-se que os gays formam um grupo de risco, quanto a sociedade já gastou em tributos para assegurar-lhes remédios e tratamento adequado?

A saúde é um direito social e um dever do Estado, conforme reza a Constituição:

Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Será que devemos ajudar a tornar legalmente aceito um comportamento que prejudica fisicamente tanto os gays quanto o restante da sociedade?

Bem, mas o que as crianças a serem adotadas por homossexuais têm a ver com a saúde de seus pais?

Tudo.

Convivendo em um ambiente onde certamente o homossexualismo é parte de seu cotidiano, com sua peculiar inocência, a criança tenderá a copiar os exemplos de seus pais, inclusive os que concernem à moralidade sexual. Ademais, uma criança envolvida em um lar homossexual poderá ter menos chances de conviver com seus pais, considerando que a longevidade deste grupo é menor do que a dos heterossexuais .

Mas o mais grave de tudo é o risco que correrão as crianças, especialmente do sexo masculino, de estarem sob o domínio de homossexuais.

A grande mídia se omite em publicar as relações estreitas entre o homossexualismo e a pedofilia.

Em ensaio de 16 páginas, “Child Molestation and the Homosexual Movement”, redigido para a Regent University pelo pesquisador norte-americano Steve Baldwin, bacharel em Artes de Comunicações pela Universidade de Pepperdine, podemos ler, entre outras coisas, que:

“Pesquisas sobre estilo de vida homossexual confirmam que o homossexualismo é quase que exclusivamente uma cultura de orientação juvenil. Muito poucos gays demonstram preferência por homens mais velhos. Alguns admitem um enfoque em adolescentes, alguns em garotos pré-púberes, e vários alternam-se entre as categorias. Todos são sub-sistemas da depravação homossexual. Demais a mais, muitos pedófilos consideram-se como gays. Em 1988, um estudo publicado nos Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos descreveram-se como homossexuais ou bissexuais. A expert em prostituição infantil, Jennifer James relata que o número de garotos prostituídos que identificam-se como homossexuais saltou de 10% para 60% nos últimos quinze anos.

A maioria do público está, ao mesmo tempo, ciente do NAMBLA, um grupo que promove abertamente sexo com garotos menores e declaram que amantes de garotos respondem às necessidades dos garotos querendo amor. O NAMBLA é atualmente o alvo de uma ação de classe movida por pais das crianças molestadas e, em um caso, assassinada por indivíduos associados com o NAMBLA. Em geral, a alta cúpula das organizações gays distancia-se do NAMBLA. Claramente, isso é meramente uma tática de relação pública das lideranças gays para realizar sua agenda, pois sofreriam enormes medidas se o público soubesse a verdade.

A realidade é que o NAMBLA não só se descreve como parte da coalização dos direitos dos gays, como sua literatura expressa que um dos objetivos é “cooperar com o lesbianismo, gays e outros movimentos de liberação sexual." NAMBLA mesmo “provê assistência financeira e outras assistências para organizações juvenis GLB [Gay, lesbian, bi-sexual]. . . ." Realmente, alguns afiliados ao NAMBLA encontram-se em círculos da alta cúpula gay tais como o Philadelphia’s Gay and Lesbian Community Center. Os encontros e conferências do NAMBLA sempre apresentam líderes e oradores gays. Por exemplo, Don Kilhefner, da Los Angeles Gay Community Service Center, discursou para os membros do NAMBLA de Los Angeles no tema "O Significado do Amor Homem/Garoto na Comunidade Gay."

O mais compreensivo trabalho em um website gay, o Queer Resource Directory (www.qrd.org), vincula-se a todos grupos gays no país incluindo o NAMBLA e outros grupos de homossexuais que enfocam a juventude. NAMBLA marcha em paradas gays com o consenso das lideranças gays. Muitos dos líderes de movimentos homossexuais mais importantes dão aval ao NAMBLA e seus objetivos. Autores e líderes gays tais como Allen Ginsberg, Gayle Rubin, Larry Kramer (fundador do ACT-UP), Pat Califia, Jane Rule, Michael Kearns, e Michel Foucault têm todos os escritos em favor de um dos dois: NAMBLA ou relacionamentos homem-garoto. Harry Hay, que muitos consideram o fundador do movimento homossexual da América, convidou os membros do NAMBLA a marchar com ele na "Marcha de Washington", parada de direitos dos gays de 1993. Ele também marchou na parada gay de Los Angeles de 1985 vestindo uma blusa enfeitada com as palavras "NAMBLA caminha comigo."

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O quadro editorial do principal jornal acadêmico pedófilo, Paidika, é dominado por importantes acadêmicos homossexuais tais como o professor John DeCecco da San Francisco State University, que desfruta de prestígio para editar o Journal of Homosexuality. Um artigo deste jornal expressa que os pais deveriam conceber que o pedófilo ama seu filho "não como um rival ou competidor, não como um ladrão de sua propriedade, mas como um parceiro na criação do garoto, alguém para ser bem vindo no interior de suas casas"

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Em 1995, a revista homossexual magazine Guide declarou que “Em vez de temermos ser rotulados de pedófilos, nós devemos orgulhosamente proclamar que sexo é bom, incluindo a sexualidade de crianças”

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Uma análise de 1995 pela Dra. Judith Reisman do Institute for Media Education, enfocando anúncios no mais influente jornal homossexual da nação, The Advocate, revela que 63% dos anúncios pessoais procuram ou oferecem prostituição. Muitos deles abertamente solicitam garotos. The Advocate também publica no jornal um "Boneco de um Garoto Penetrável . . . disponível em 3 posições provocativas." Reisman encontrou mais ou menos quatorze imagens eróticas de garotos no The Advocate. Algumas publicações homossexuais, tais como o jornal do sul da Califórnia Update, são insolentes o suficiente para publicar no jornal doações para as custas processuais para homossexuais presos por pedofilia.

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O dono de uma importante livraria gay da Philadelphia, Giovanni’s Room, tirou das estantes a literatura do NAMBLA só depois de ameaça de boicote, porém comentou, "Eu penso que esse é um dia estranho para a cultura gay quando nós começamos a banir algo só porque isso nos torna desconfortáveis . . . especialmente quando a coisa é um fundamento da literatura gay. Se nós tirarmos todos os livros que tinham temas sexuais entre adultos e jovens, nós teríamos de abandonar muitas novelas, memórias ou biografias."


Os mais populares livros de ficção no mercado hoje são ricos em simples descrições de relacionamentos entre gerações de acordo com o escritor Philip Guichard no artigo Village Voice. Doubleday publicou um livro em 1998, The Gay Canon: Great Books Every Gay Man Should Read, que recomenda numerosos trabalhos que retratam sexo com garotos de uma maneira positiva. A livraria Border proíbe a venda de um livro, A History of Gay Literature: The Male Tradition, que inclui um capítulo devotado à história de literatura pró-pedofilia como uma parte indisputável da história da literatura homossexual.

A Gays Men’s press publica uma lista de bestsellers onde aparecem livros como Dares to Speak: History and Contemporary Perspectives on Boy-Love, Some Boys, e For a Lost Soldier. Todos estes livros só podem ser descritos como pró-pedófilos. A confiável Encyclopedia of Homosexuality defende o reconhecimento do "fato que até muito recentemente relacionamento amoroso homem/garoto era aceito como uma parte, e realmente era uma parte maior, da homossexualidade masculina." O principal dicionário da cultura homossexual, The Queens’ Vernacular, lista 254 das 12,000 palavras como ter que fazer sexo com garotos.

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O mais popular guia de viagem para homossexuais, Spartacus Gay Guides, está repleto de informações sobre onde achar garotos para sexo e, com um aviso camarada, lista as punições em vários países para sodomia com garotos, se capturados.”


Um caso exemplar no Brasil é de um renomado médico pediatra, o Dr. Eugênio Chipkevitch, considerado a maior autoridade em adolescência, mencionado pela Universidade de Cambridge no ranking dos 2 mil cientistas mais importantes do século XX, com direito a verbete na respeitada publicação Who’s Who in Science and Engineering (Quem É Quem na Ciência e na Engenharia). Preso em 2002 e condenado no ano seguinte a 124 anos de prisão por ter molestado cerca de 40 meninos em seu consultório, o doutor dopava suas vítimas para depois molestá-las. A Revista Época o entrevistou, e reproduziu algumas de suas idéias sobre homossexualismo e pedofilia:

“Na sociedade atual, a pedofilia é tabu. Na Grécia antiga, porém, a relação entre um homem e um menino era vista como algo comum e positivo para o desenvolvimento do garoto.

Dependendo do período e da cultura, a pedofilia é OK e institucionalizada. Na sociedade de hoje, é doença. Mas o homossexualismo também era considerado uma doença até 1973. No futuro, a idéia de que a pedofilia é uma doença pode ser revista”

A preocupação procede, pois a mesma organização que retirou o homossexualismo do rol de doenças mentais em 1973, a American Psychiatric Association (APA), recentemente realizou um simpósio para debater a reclassificação da pedofilia .

Pois bem, se hoje discutimos o indiscutível, amanhã estaremos discutindo o que chega às raias da loucura. Basta a mídia começar a torpedear nossas mentes desde já, glamourizando um comportamento insano e acomodando os espíritos pela via da repetição sistemática. Um logotipo de um programa infantil, a TV Globinho, já vem expondo diariamente as cores da bandeira gay . Bonecos gays são vendidos às crianças na Austrália . Livros homossexuais são disponibilizados em escolas primárias da Carolina do Norte (EEUU) . Não se sabe quais serão os limites da sociedade de amanhã...

Diante de tais considerações e exemplos, do ponto de vista moral e médico, não resta dúvidas que teremos um enorme risco à integridade das crianças ao referendarmos sua adoção por pares homossexuais.

Dr. George Rekers, psiquiatra renomado (Ph.D., Universidade da Califórnia, Los Angeles, 1972), em um ensaio de 42 páginas sobre os efeitos psíquicos nas crianças envolvendo a sua adoção por homossexuais comenta:

Em um estudo de mães homossexuais e heterossexuais, Javaid teorizou que educar uma criança em um lar lésbico, podia afetar as visões da criança sobre sexualidade, casamento, ter filhos ou suas atitudes diante do sexo oposto . . . . As expectativas da mãe de preferências para a orientação sexual da criança e funções de gênero seriam passíveis de influenciar o aprendizado de funções sexuais da criança.

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A atitude geralmente negativa da sociedade em direção a lares lésbicos, possivelmente criaria um estigma; isso poderia afetar a criança sendo educada em tal lar. Embora possa haver nenhum efeito direto da educação lésbica, há indiretos efeitos na auto-estima, mediante o ambiente externo.

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Em seu estudo de efeitos de paternidade por mães homossexuais, Kirkpatrick, Smith e Roy forneceram alguns detalhes das histórias de algumas crianças que “ilustram alguns temas comuns”, que incluem uma descrição de uma filha de cinco anos a respeito de quem foi declarada que, "Sara é citada tendo andado várias vezes durante a atividade sexual entre a mãe e sua última amante. . . . Aos quatro, Sara perguntou a sua mães se garotas podem se casar com garotas, no que foi contado a ela que as garotas podiam escolher tanto um amante macho quanto fêmea.

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O estudo por Cameron e Cameron sugeriu que paternidade homossexual está associada com taxas desproporcionais de desenvolvimento de orientação homossexual, experiências sexuais indesejadas, uma primeira experiência sexual que foi homossexual e insatisfação de gênero. Essas investigações descobriram que menos que 6% dos machos e 3% das fêmeas na população geral reivindicam ser bissexuais ou homossexuais, mas pela comparação, 75% das crianças adultas macho e 67% das crianças adultas fêmea, criadas por pais homossexuais, reivindicaram que eles tinham desenvolvido uma orientação bissexual ou homossexual. Nossos resultados sugerem que a preferência sexual ou orientação dos pais influencia as preferências da criança, e que qualquer que seja o mecanismo, pais homossexuais estão associados desproporcionalmente com crianças homossexuais.

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Esse estudo também reportou uma desproporcional percentagem (29%) de crianças adultas de pais homossexuais que tinham sido especificamente sujeitas à assédio sexual por aquele pai homossexual, comparado com apenas 0,6% de crianças adultas de pais heterossexuais tendo reportado relações sexuais com seus pais. “Ter um pai (ou pais) homossexual(is) parece aumentar o risco de incesto com um pai por um fator de mais ou menos cinqüenta”. Esse achado, e os achados revistos por Cameron e Cameron sugerem uma “desproporcional associação entre homossexualidade e pedofilia [e] um correspondente desproporcional risco de incesto homossexual . . . por crianças criadas por homossexuais”. Setenta e sete por cento dos machos que tinham sido educados por pais homossexuais reportaram uma primeira experiência sexual homossexual comparado a 8,5% dos machos criados por pais heterossexuais. Apontando um paralelo com outros estudos de vitimização sexual de garotos, esses investigadores reportaram que 67% do pequeno número de garotos que tinham reportado ter sido molestado por seus pais também se tornaram bissexuais ou homossexuais.

As implicações da aceitação da adoção de crianças por homossexuais não se assentam em tradições jurídicas. A relação homossexual não é considerada união estável em nosso país. Tampouco se reconhece a união de gays como casamento, sujeitando-o a todas as implicações civis decorrentes de seu rompimento, como as separações patrimoniais, de corpos, separação consensual e divórcio e, por último, as relativas a guarda de eventuais crianças e pagamento de pensão. Haveria de se empreender uma verdadeira revolução da ordem jurídica do país, transformando a justiça em motivo de escárnio. Recentemente, a Suprema Corte de New Hampshire decretou que não há adultério em relações homossexuais, uma decisão apertada de 3 votos contra 2. Relevante foi a decisão da Corte de Califórnia que ordenou a suspensão das uniões gays em São Francisco, a capital mundial gay .

Sendo positivada pela lei a adoção de crianças por homossexuais, o direito à liberdade religiosa será seriamente ameaçado no país. Isto porque não só de degrau em degrau os cristãos, especialmente, se sentirão impedidos de manifestarem suas opiniões como sendo discriminatórias, como também prevalecerá a igualdade entre homossexuais e heterossexuais, colocando a religião em rota de colisão à política; um grupo social contra o outro. Se pares de homossexuais puderem adotar uma criança, eles teoricamente serão igualados em dignidade aos heterossexuais, o que lhes remeterá os mesmos direitos e deveres, mas do ponto de vista religioso, certas pessoas não poderão exercer sua liberdade religiosa sob a ameaça concreta de coação policial ou judicial. No Canadá, uma ex-lésbica foi coagida judicialmente a não ensinar a sua filha que o lesbianismo é errado .

Não há nada mais anti-histórico que o homossexualismo, pois dependesse do comportamento homossexual não haveria a sociedade, objeto de estudo da história.

O Dr. Sigmund Freud supunha que:

“Em sua pré-história simiesca, o homem adotara o hábito de formar famílias, e provavelmente os membros de sua família foram os seus primeiros auxiliares. A formação de famílias deveu-se ao fato de ter ocorrido em momento em que a necessidade de satisfação genital não apareceu mais como um hóspede que surge repentinamente e do qual, após a partida, não mais se ouve falar por longo tempo, mas que, pelo contrário, se alojou como um inquilino permanente. Quando isso aconteceu, o macho adquiriu um motivo para conservar a fêmea junto de si, ou, em termos mais gerais, seus objetos sexuais, a seu lado, ao passo que a fêmea, não querendo separar-se de seus rebentos indefesos, viu-se obrigada, no interesse deles, a permanecer com o macho mais forte”.

O que é essencial é compreender que mesmo Freud, cujas teorias comportamentais revolucionaram o século XX, reconhece que a civilização só se tornou viável devido a intercomplementaridade entre homem e mulher, na família, por entender que eram interdependentes não apenas em questões de libido.

Não há evidências históricas da prática da adoção de crianças por parceiros homossexuais. Isso é um fato recente. Mesmo nas sociedades onde o costume do homossexualismo era mais difundido e detinha um status de refinamento, como na Grécia Antiga, a família nuclear mantinha-se como célula fundamental da sociedade.

Em Roma, as mulheres desempenhavam certo papel na sociedade e na vida pública. A emancipação da mulher, que supomos ser uma invenção de nossos dias, já era praticada na Roma antiga, com todas as suas vantagens e desvantagens. Aos doze anos, toda menina romana já pensava em se casar, e os pais se esforçavam para encontrar-lhe um bom partido. Em determinadas circunstâncias, uma menina podia casar-se antes mesmo de completar doze anos de idade, mas, comumente, a idade em que se casavam ia dos doze aos dezesseis anos. Nessa sociedade, onde a pedofilia era prática consentida, a homossexualidade não era tida como condenável ou perversa; ao contrário, era uma prova de refinamento. Eram comuns aos imperadores as tendências homossexuais ou bissexuais. Isso valia para César e Augusto, bem como Tibério, Calígula e Cláudio. Augusto e Tibério cultivavam até mesmo o amor por meninos, a pederastia. Seus amantes mais jovens não tinham mais de doze anos. Eles podiam ser reconhecidos pelo andar lânguido e pelas coxas que traziam sempre à mostra, porção de seus corpos que os pederastas mais gostavam de apalpar. Parece-nos hoje absurdo que, na época, se tenha tentado legitimar esse fenômeno por meio da filosofia. O “amor grego”, eufemismo que designava o coito anal, prescinde, em nossos dias, de justificações filosóficas. O imperador Tibério, um dos mais cruéis da história de Roma, constituía tropas de escravos que vasculhavam a cidade e o campo à procura de lindos rapazinhos e mocinhas – quanto mais jovens fossem, tanto melhor -, a fim de conduzi-los aos prostíbulos imperiais erigidos na ilha de Capri. Caso os pais se negassem a entregá-los, os aliciadores retiravam-se sem dizer palavra. Dias depois, os meninos ou as meninas desapareciam para sempre. A gruta Azul, hoje ponto de atração para milhares de inocentes turistas, foi palco de cenas indescritíveis. Archotes eram presos às paredes que, decoradas com esculturas eróticas, transformavam a cúpula rochosa, com seu lago transparente como vidro, num mar brilhante e reluzente. Ali, Tibério nadava em meio a um punhado de lindos rapazotes, aos quais ele chamava “meus peixinhos”, e que tinham sido treinados para, sob a água, chupar-lhe o pênis, mordê-lo e acariciá-lo. Fora d’água, Tibério fazia algo semelhante em seus prostíbulos, mas utilizando bebês que ainda não tinham sido desmamados.

De acordo com o Prof. Adjunto de História Medieval da UFES, Ricardo da Costa:
“A primeira herança da Antigüidade não é nada boa: a vida da criança no mundo romano dependia totalmente do desejo do pai. O poder do pater familias era absoluto: um cidadão não tinha um filho, o tomava. Caso recusasse a criança - e o fato era bastante comum - ela era enjeitada. Essa prática era tão recorrente que o direito romano se preocupou com o destino delas. E o que acontecia à maioria dos enjeitados? A morte.
A segunda herança que a Idade Média herda da Antigüidade, a cultura bárbara, foi-nos passada especialmente por Tácito. Ele nos conta que a tradição germânica em relação às crianças era um pouco melhor que a romana. Os germanos não praticavam o infanticídio, as próprias mães amamentavam seus filhos e as crianças eram educadas sem distinção de posição social. O povo germânico era composto por um conjunto de lares, com dois poderes distintos: o matriarcal, exercido no seio da família, e o patriarcal, predominante na política e na organização social. No entanto, o destino das crianças naqueles clãs, como na cultura romana, também dependia da vontade paterna (direito de adoção, de renegação, de compra e venda). A criança aceita ficava aos cuidados dos parentes paternos (agnatos) e o destino dos bastardos, órfãos e abandonados era entregue aos parentes maternos, especialmente a tios e avós maternos.

Dessas duas tradições culturais que se mesclaram e fizeram emergir a Idade Média, concluo que o status da criança naquelas sociedades antigas era praticamente nulo. Sua existência dependia do poder do pai: se fosse menina ou nascesse com algum problema físico, poderia ser rejeitada. Seu destino, caso sobrevivesse, era abastecer os prostíbulos de Roma e o sistema escravista. Até o final da Antigüidade as crianças pobres eram abandonadas ou vendidas; as ricas enjeitadas - por causa de disputas de herança - eram entregues à própria sorte.

Nesse contexto histórico-cultural é que se compreende a força e o impacto do cristianismo, que rompeu com essas duas tradições. O Cristo disse:
Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como as crianças, de modo algum entrareis no Reino dos Céus. Aquele, portanto, que se tornar pequenino como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. (Mt 18, 1-4).

A tradição cristã abriu, portanto, uma nova perspectiva à criança, uma mudança revolucionária. No entanto, foi um processo bastante lento, um processo civilizacional levado a cabo pela Igreja

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Para completar o entendimento do sentido civilizacional dos mosteiros medievais, basta confrontarmos sua vida cotidiana - de educação e disciplina voltada para uma formação ética e moral das crianças - com o mundo exterior. Por exemplo, no período carolíngio (séculos VIII a X), apesar do avanço da implantação da família conjugal simples (modelo cristão) com uma média de 2 filhos por casal e um período de aleitamento de dois anos, a prática do infanticídio continuava comum, a idade média dos casamentos era muito baixa (entre 14 e 15 anos de idade), a poligamia e a violência sexual eram recorrentes, pelo menos na aristocracia e ainda havia a questão da escravidão de crianças. Confronte você, caro leitor, essa realidade com a vida de uma criança em um mosteiro.
Por sua vez, os bispos carolíngios do século IX tentaram regulamentar o casamento cristão, redigindo uma série de tratados (espelhos). Neles, o casamento era valorizado, a mulher reconhecida como pessoa com pleno direito familiar e em pé de igualdade com o marido e a violência sexual denunciada como crime grave e do âmbito da justiça pública. Para o nosso tema, o que interessa é que as crianças também foram objeto de reflexão nesses espelhos: a maternidade foi considerada um valor (charitas) e o casal tinha a obrigação de aceitar e reconhecer os filhos.

Assim, a ação da ordem clerical foi dupla: de um lado, os bispos lutaram contra a prática do infanticídio, de outro, os monges revalorizaram a criança, que passou por um processo de educação direcionada, de cunho integral e totalmente igualitária – por exemplo, as escolas monacais carolíngias davam preferência a crianças filhas de escravos e servos ao invés de filhos de homens livres, a ponto de Carlos Magno ser obrigado a pedir que os monges recebessem também para educar crianças filhas de homens livres. Estes séculos da Alta Idade Média foram cruciais para a implantação do modelo de casamento cristão conhecido por todo o mundo ocidental, para a valorização da mulher como parceira e igual do marido e para a idéia de criança como ser próprio e com necessidades pedagógicas específicas. Por fim, a sociedade era pensada como o conjunto de pessoas casadas (ordo conjugatorum), e a criança tinha um papel fundamental nessa estrutura, pois era o fim último da união.”

Tudo leva a crer que a roda da história vem procurando recrudescer vários aspectos negativos das sociedades antigas.

Pela biologia, não há meio termo. O homossexualismo não é uma qualidade inata. Ninguém nasce gay. Não há provas de que as tendências homossexuais decorrem de herança mendeliana. O fato de alguém dizer que “nasceu gay” significa que esta pessoa se deu conta de suas tendências homossexuais na idade mais prematura que possa se recordar. Os próprios homossexuais mais honestos sabem disso. A ativista lésbica Drª. Camille Paglia resumiu da melhor forma possível os detalhes biológicos. Ela escreveu que,

“Homossexualidade não é “normal”. Pelo contrário, é um desafio à norma . . . . A natureza existe, mesmo que os acadêmicos gostem ou não. E na natureza, a procriação é a única regra cruel. Essa é a norma. Nossos corpos sexuais foram desenhados para reprodução. . . .

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Ninguém “nasce gay”. Essa idéia é ridícula . . . .

A [H]omossexualidade . . . é uma adaptação, não uma característica inata. . . .

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A identidade gay é tão frágil que não pode dar luz ao pensamento que algumas pessoas podem não desejar ser gay? . . . A sexualidade é altamente flexível, e mudanças são teoricamente possíveis.

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Ajudando gays a aprender como funciona a heterossexualidade, se eles assim desejarem, é um objetivo perfeitamente honesto. Nós deveríamos ser honestos o suficiente para considerar se a homossexualidade não pode ser realmente uma pausa do estágio pré-púbere quando as crianças inquietantemente associam-se pelo gênero.

Os gays atuais insistem que homossexualidade “não é uma escolha”, que ninguém escolheria ser gay na sociedade homofóbica. Mas há um elemento de escolha em todo comportamento, sexual ou fora esse. Ele adota um esforço para concordar com o sexo oposto; é mais seguro com seu próprio gênero. O assunto é algo como o desafio versus o conforto.”


O que é a causa mais provável da atração homossexual?

No ensaio de dois proeminentes psiquiatras norte-americanos, Dean Byrd e Stony Olsen, intitulado “Homosexuality: Innate and Immutable?” (Homossexualidade: Inata e Imutável?), evidenciou-se que não há um gene gay .

A homossexualidade também não é imutável. Há exemplos de ex-homossexuais que conseguiram reverter sua posição sexual, seja com o auxílio psiquiátrico , seja pelo auxílio da religião ou concomitantemente. Bastante relevante é a informação de que Robert Spitzer que, em 1973, liderou os esforços no sentido de retirar o homossexualismo do rol de doenças mentais da APA (Association Psychiatric Association), ter publicado recentemente um estudo revela a possibilidade de reversão de posição sexual .

Portanto, se a reversão é possível, se a homossexualidade não é inata, não é a sociedade que deve se adaptar aos homossexuais, mas o inverso. Em palavras mais simples e claras, devemos respeitar as pessoas do jeito que elas são, isto é, na sua dignidade, e não necessariamente do jeito que elas agem, razão pela qual não deve haver “direitos dos gays”. A batalha pelos direitos dos gays adotarem é simplesmente parte de uma batalha de um mundo cada vez mais artificial, em revolta contra a natureza.

Muito em voga, como estratégia de domesticação das pessoas a novas propostas, com o propósito de que uma determinada cultura se imponha sobre a outra, é o uso e abuso de certos vocábulos despidos de seu sentido amplo, e apresentados em formato de slogans “politicamente corretos” a serem digeridos pela população, sob o epíteto de “lições de cidadania”.

Uma palavrinha da moda que vem sendo usada e abusada hoje em dia, especialmente pela mídia, é a palavra preconceito. Mas o que é esse “danado” preconceito? Preconceito é pré-conceber, ou seja, conceber de antemão, ter concepções pré-definidas sobre determinado objeto. Prever, fazer previsões. Isto é preconceito.

Isso é errado?

Se o preconceito fosse por si errado, no seu sentido amplo, sequer raciocinaríamos, pois a razão parte de uma idéia para se chegar a uma conclusão. A ciência parte de uma idéia pré-definida a ser experimentada. Ora, então a ciência é preconceituosa!

A pré-concepção é, portanto, a coisa mais natural do mundo. Negar isso é mentir para si mesmo, pois todos somos preconceituosos. Em teoria, exercitar o preconceito não é bom nem ruim. Ele pode ser certo ou errado, porém seus efeitos só podem ser medidos na prática.

Alguém duvida que a prudência é uma virtude? Faz parte de nossa razão elaborar cálculos, não matematicamente falando neste sentido, mas psicologicamente. Assim, muitas vezes o preconceito pode servir como norma de prudência que nos serve como um sinal de alerta para não cairmos em ciladas. Quantas vezes não acertamos então em nossas previsões “preconceituosas”? Por outro lado, quantas vezes falhamos em nossas previsões? Portanto, a resposta sobre a questão do preconceito, no sentindo amplo da palavra, não comporta uma resposta absoluta e objetiva, mas pode implicar em uma incógnita, ou seja, tudo depende.

A outra palavrinha-talismã é a tolerância. Sempre de mão única. Qualquer pessoa de juízo concorda que não deve haver liberdade para praticar o mal. Mas se a tolerância deve ser absoluta, o mal deveria então ter seu espaço. Caso contrário, estaríamos incorrendo no "crime" da intolerância.

Outro slogan do mundo moderno é lutar contra o radicalismo. É plantado na cabeça das pessoas que elas devem ser avessas a todo tipo de radicalismo. Não podemos mais ser radicais. Não podemos mais ser radicalmente honestos, não podemos ser radicalmente fiéis, não podemos ser radicalmente decentes, não podemos amar radicalmente nossa família, não podemos pedir que nosso médico seja radical com nossas doenças. E o mais importante neste momento: não podemos ser mais radicalmente homens! E as mulheres não podem ser radicalmente mulheres! O essencial então é não ser radical!

Por último, é preciso lutar contra todo tipo de discriminação. Para isso você deve se colocar contra o trabalho do químico, que discrimina certas substâncias, dos professores, que discriminam os bons dos maus alunos através das notas e também dos policiais e dos juízes, que discriminam os bandidos das pessoas de bem colocando-os na cadeia.

Logicamente, existem discriminações injustas, como as que concernem às qualidades inatas do ser humano, tais quais a raça, a origem, as qualidades físicas e o sexo. Mas há discriminações justas e até cotidianas, como as já citadas.

Hoje, a grande mídia usa e abusa de todos estes clichês em seus ataques a pessoas e instituições que não correspondem aos desígnios de seus controladores. O caráter diabólico das ações meticulosas da mídia controlada exige que a reflexão dê lugar à mediocridade e à necessidade do aplauso.

O homossexualismo é um comportamento que não está enquadrado em parâmetros naturais, não é viável socialmente, pois seus fins estão desligados da responsabilidade em conservar a espécie.

Teologicamente, o primeiro dever confiado por Deus ao homem foi o de conservar a espécie, se multiplicando. O homossexualismo, como avesso a este dever moral, age, conforme já citado, no sentido de ferir de morte a célula fundamental da sociedade, alimentando um processo de auto-demolição da sociedade pela família. Praticar o homossexualismo é se rebelar contra a criação:

Gn 1

27 Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.*
28 Deus os abençoou: "Frutificai, disse ele, e multiplicai -vos, enchei a terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra."


Por esta razão, o homossexualismo foi sistematicamente condenado na Bíblia, tanto no AT quanto no NT.

Ao nascer, a criança é imediatamente inserida no seu ambiente natural: a família. Ali, recebe segurança, educação e alimentação primordiais. É no seio de sua mãe que ela será amamentada, e crescerá com as orientações de convivência dada pelos pais, assim como também dos fenômenos do mundo que a cerca.

Meditando nesse pequeno parágrafo, é possível compreender a grandeza do ato de gerar uma criança, pois não bastará apenas manter a vida de um semelhante, mas também ser responsável pelo desenvolvimento desta vida.

Fala-se atualmente que o homossexual tem “direito de ser feliz” ou “direito à felicidade”. Nada pode ser mais arbitrário que subordinar o direito objetivo ao subjetivo, de colocar nossos sonhos acima de nossas responsabilidades, de colocar nosso egoísmo sobre o nosso compromisso de solidariedade. Esta felicidade, então, é completamente questionável. Aristóteles dizia que “não é possível ser feliz quando não se faz o bem, e o bem nunca é possível tanto para um homem quanto para o Estado, sem a virtude e a razão”.

O homem perde seu sentido de valor ao subordinar fins a meios. O sexo convertido em diversão ou prazer recai na banalidade, sujeitando o homem a uma incapacidade maior que a dos próprios animais, pois estes últimos não têm uma razão para serem senhores de seus instintos. O sexo sendo praticado simplesmente por prazer significa que perde o seu sentido de ser. O direito deve estar à serviço do homem, mas isso não significa que a razão deve ser subordinadas às paixões. Não se deve legalizar o que é passional!

Carece de honestidade de propósitos ao bem-estar da criança, a bandeira política que se esconde por detrás de ativistas pela adoção de crianças por homossexuais.

A difusão do homossexualismo é interessante a certos grupos de interesse, e apenas nesta perspectiva é possível entender como pode ser socialmente positivado. O comportamento interessa à ótica da globalização, da homogeneização e padronização do ser humano. O ser humano, cada vez mais andrógino, é um consumidor ainda mais integrado. O metrossexual, por exemplo, é um homem forjado: hábitos femininos, compulsivo na vaidade, igualmente nas compras, não é homossexual, mas é liberal, prendado em casa, ocupando os tradicionais espaços da mulher, permite que a mulher se aventure nos espaços que não ocupava anteriormente no mercado de trabalho.

A mulher, cada vez mais incentivada a migrar ao mercado de trabalho, seja por pressões econômicas como também culturais, cresce em poder aquisitivo, em poder de compra, em independência e poder de barganha, chefiando famílias, levando o homem a uma diminuição de sua auto-estima, o que acaba lhe intimidando diante do sexo oposto. Por outro lado, com esta nova vocação dominadora, a mulher acaba por se masculinizar, adotando hábitos que cada vez mais tornam-na menos atraente ao homem. O homossexualismo insere-se aí como um elemento exógeno, quase como uma síntese entre os opostos, uma espécie de conciliação de tendências, ou também uma espécie de convite alternativo às frustrações amorosas entre homem e mulher.

Os efeitos desta revolução comportamental são claramente a redução das taxas de natalidade, decorrente do próprio aumento do homossexualismo, da diminuição do número de famílias e do aumento dos divórcios. Tudo isso tende a tornar a sociedade mais massificada, menos fértil, sobretudo em idéias, sem uma “tela de proteção” contra as ações que vêm de cima, especialmente do Estado e também das ONG’s, cujo poder cresce de forma exponencial. Naturalmente, quem lucra com o controle da natalidade e a socialização dos costumes são aqueles que têm nesses resultados um fim comum. São os mesmos que não estão dispostos a compartilhar suas riquezas, já que menos bocas a dar de comer significa menos recursos públicos a serem despendidos, assim como também refreiam os indesejados fluxos imigratórios do hemisfério sul ao hemisfério norte. O Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), administrado pela ONU, promove o aborto e esterilização forçada na China. Este fundo intervém em 168 países para favorecer o estabelecimento de programas demográficos, com a maior parte de seus recursos multimilionários provenientes de nações ricas como o Japão, a Holanda, a Dinamarca, a Noruega, o Reino Unido e a Suécia. A tarefa de globalizar o homossexualismo ajuda a manter o status quo do mapa da exploração mundial.

A concepção original da sociedade como um todo orgânico, formado pelo agrupamento de várias células (famílias), vai dando lugar a uma massa uniforme de pensamentos, não importando nação, sexo e inclusive idade, o que é bastante preocupante. O amadurecimento precoce de crianças é um fenômeno que salta à vista. Isso é sintomático pela observação de certas tendências em nossa sociedade, desde o modismo até às demandas pela redução da idade penal, podendo, logicamente, redundar em futura redução da idade de consenso sexual etário, a pedofilia, demanda muito comum aos grupos homossexuais conforme já demonstrado.

O Estado começa então a perder seu desenho original, sua configuração orgânica e passa a entrar em crise de identidade, e a configuração adere à ótica globalizatória, internacionalista.

É preciso frisar isso.

As medidas de positivação do homossexualismo têm propósitos internacionalistas, pois representam ataques ao Estado por golpear seus alicerces. É a partir da infiltração nas famílias de uma cultura totalmente estranha às suas tradições, que a nação vai desmoronando em sua representação, cedendo cotas de soberania a um grupo de alcance mundial cujos interesses são representados comumente por organizações alienígenas. Este é um dos caracteres básicos do socialismo e também do liberalismo. Críticas à parte, Mussolini escreveu com brilhantismo que o liberalismo se justifica na utopia do consumo ilimitado. O ideal do supercapitalismo seria a ”estandardização” do gênero humano do berço ao túmulo. Queria o supercapitalismo que todos os homens nascessem do mesmo comprimento, para que se pudessem fazer berços estandardizados; queria que as crianças desejassem os mesmos brinquedos, que todos os homens se vestissem do mesmo modo, que todos lessem o mesmo livro, que todos gostassem dos mesmos filmes, e que enfim todos desejassem a assim chamada máquina utilitária. Isto não é um capricho, é algo que está na lógica das coisas, pois só assim, o supercapitalismo pode realizar seus planos. Quando a onda capitalista deixa de ser um fato econômico? Quando a sua própria grandeza faz com que ela seja um fato social.” A sociedade de consumo, fato social, condiciona o indivíduo ao consumo imoderado, à entrega aos prazeres e à inversão de dominação, do homem pelo produto, dos fins pelos meios. Ora, o homossexualismo nada mais é do que uma entrega imoderada a instintos sexuais, dos fins aos meios, da reprodução ao prazer. O consumo, igualmente, passa a ser um valor em si mesmo, e o prazer de se comprar um produto em uma prateleira, no mundo moderno de hoje, pode ter a mesma significância de se adotar uma criança. De modo dialético, o socialismo, tendo entrado em colapso no plano econômico, vem triunfando como revolução cultural. A família tradicional, nesta perspectiva, é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Abolir a “exploração das crianças pelos pais” e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas , como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar. Assim, as crianças são miradas pelos socialistas, no sentido de que sejam educadas em lares gays, com vistas a lhes inculcar novos valores como o relativismo, niilismo e o igualitarismo. O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que freqüentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de “comunidades de bairros”, “comunidades raciais” etc. Os interesses entre liberalismo e socialismo convergem em seus fins internacionalistas, mas não se reduzem apenas a tais parâmetros, alimentando-se mutuamente no mundo dos negócios: a empresa partidária-ideológica socialista e a empresa econômica capitalista; pública e privada. O capitalismo lucra com a fragmentação promovida pelo socialismo, pois o grande sistema, o mercado, que antes destinava-se às famílias, passa agora a ter uma verdadeira rede de subsistemas. Esta reportagem do JB é esclarecedora:

“Multinacionais da internet, grifes famosas, marcas de energético e grandes editoras do país apostam no filão GLS como ótimas oportunidades de negócios. ''O mercado gay, racial e de terceira idade são considerados os três melhores do mundo pela baixa saturação e alto poder aquisitivo da maioria dos consumidores'', explica Ulysses Reis, analista de varejo da Fundação Getúlio Vargas.”

O poder de barganha gay se tornou importante na medida em que tais grupos se organizaram ideologicamente e principalmente pelo peso econômico que desfrutam no interior da sociedade . Com efeito, o homossexualismo e tudo aquilo que concerne ao seu status jurídico repousa indubitavelmente em interesse privado.

É realmente muito complicado lutar contra grupos que contam com o apoio de organizações multimilionárias neomalthusianas, tais como as Fundações Ford e Rockefeller , e inclusive da ONU, que apóia projetos de impacto anti-natalista, como os que superdimensionam os direitos da mulher, aprovando práticas abortivas e, agora, os pseudo-direitos dos homossexuais, todos sob o disfarçado nome de “direitos humanos”.

A partir de toda esta matriz desfavorável, por que então tutelar direitos a um grupo comportamental cujos fins estão em direta contraposição à sociedade?

Não é compreensível, à luz da razão, se não imaginarmos os benefícios residuais que podem ser encontrados. Esta é, porém, uma lógica perigosa, pois na medida em que descartamos um benefício fundamental para darmos luz a um benefício marginal, estaremos destruindo fundamentos, a despeito de combater males periféricos. Seria análogo a uma pessoa usar um medicamento contra o coração para tratar de um problema intestinal. Seria análogo a permitirmos o uso regular de drogas nos meios convencionais que nos acostumamos a ver, possibilitando ao indivíduo um prazer efêmero, muito embora lhe causassem danos mortais. Outro exemplo seria o de deixarmos de gastar com segurança pública para termos sobras orçamentárias.

Mas que benefícios residuais seriam esses?

Comumente se aborda a possibilidade de uma criança carente ser adotada por homossexuais. Costumam apresentar a criança em uma cruel luta pela sobrevivência, entre a escolha pela sua vida e a delicada inserção nos cuidados de parceiros homossexuais. Este parece ser o argumento mais forte, pois de fato nenhuma pessoa em sã consciência gosta de ver uma criança passando fome ou grandes dificuldades de vida. Neste caso, a criança estaria resguardada do ponto de vista econômico, tendo a garantia de se alimentar e ter uma residência fixa, o que sem sombra de dúvida são benefícios. De modo semelhante, acenam também à possibilidade de possibilitar conforto aos menores, podendo a partir desta base de sustentação econômica vir a colher prosperidade futura. Obviamente, nestas duas molduras o aspecto econômico figura como base principal para o desenvolvimento individual, desconsiderando, contudo, que não é simplesmente provendo um ser humano de bens materiais que se propicia o seu progresso, dispensando outros aspectos que lhes são mais salutares. Entre estes aspectos temos a questão moral, que deveria estar superposta às questões econômicas, pois se o dinheiro fosse tudo para um ser humano, não teríamos exemplos de pessoas ricas cometendo crimes. Os crimes mais brutais praticados em nosso país no ano que se passou foram cometidos por pessoas ricas, como o parricídio e matricídio planejados por Suzane Richthofen, que tinha até boas notas na escola... E que belo exemplo! Uma criança inserida em um lar onde é ensinada que o prazer é tudo, ou que o sexo é diversão, conforme a música de Rita Lee, acaba por tornar-se escrava de suas próprias paixões. A responsabilidade é, então, anulada, ou como preferem os socialistas: “socializada”. Assim, a objeção que surge a esta concepção economicista de educação pode ser notavelmente percebida como os excessos de riquezas, as paixões imoderadas, podem redundar na prática dos mais terríveis delitos. Não obstando a necessidade de um colchão social para acomodar crianças carentes, que validade terá se a moralidade for desprezada? Recairemos, como já visto, na mesma mentalidade de se destruir fundamentos para colher eventuais benefícios periféricos. Por outro lado, o problema social do Brasil, bem como de outros países do Terceiro Mundo, é estrutural e não reside em adoções em série por homossexuais, devido a sua renda mais elevada. Trata-se de um problema estrutural, sério, cujas causas devem ser enfrentadas e não maquiadas com paliativos.

CONCLUSÃO

Quaisquer medidas que venham a tornar o homossexualismo formalmente aceitável, entre as quais a adoção de crianças por homossexuais, constituem-se, portanto, numa porta aberta à pedofilia e outras atrocidades.

Por mais que admiremos uma personalidade homossexual, não temos a obrigação de concordar com seus defeitos. Pelo contrário, compactuar com uma prática destrutiva ao bem individual e comum é um ato de pobreza de espírito.